Pensando em Lançar seu Site? Leia Aqui Primeiro
por Liz Bittar
Não sei como é possível ter sucesso nos negócios estando fora da internet, nos dias de hoje. Há alguns anos dei um “upgrade” no meu negócio: deixei a carreira solo para ser coadjuvante em uma equipe de especialistas, e precisei de um website para espalhar a notícia.
Ainda é penoso lembrar todo o sofrimento por que passei, até descobrir o Joomla, um programa open source (gratuito) que me proporcionou a liberdade de fazer minhas próprias atualizações no site, sem ser refém de programadores e web designers (nada contra a categoria, mas os que eu contratei me deram muito trabalho…)
Sem ser preciso ter sequer noção do que seja programação, trabalhar com o Joomla é tão simples quanto escrever em um blog – e há ainda uma série de extensões, que permitem implementar incontáveis recursos e melhorias no site.
Mas há um problema com o Joomla: é preciso a ajuda de um programador, para baixar e configurar o programa. Depois disso, você está livre para voar.
Agora, há uma nova plataforma que permite a criação de páginas na web com a interface ideal para pessoas como eu (sem noção): o comando “arrastar e soltar”. Sem precisar conhecer os tais códigos HTML, é possível abrir uma conta gratuita, e fazer um test-drive. Eu fiz, e eis o resultado:

Refiro-me ao SnapPages, que é muito parecido a um blog: oferece 10 templates customizáveis, onde é possível mudar cores, estilos, texto, logo, imagens, e até editar fotos com a mesma facilidade do Picasa.
Mas por que a notícia merece um post?
………….
Porque 70% dos meus clientes (ou mais) chegam até mim através do site. Sim, o Google me ama – e me manda cada vez mais gente!
Quando decidi lançar o site, a primeira coisa que fiz foi pesquisar e tentar compreender como funciona essa tal de internet. Descobri, para minha alegria, que ela nos brinda com muita coisa boa de graça, como é o caso do e-book Sua Empresa na Internet, livrinho facinho, facinho, feito sob medida para internautas de primeiríssima viagem como eu.
É claro que não faz o menor sentido estar na internet, se as únicas pessoas que visitam o seu site são sua mãe e dois ou três amigos de infância… Existem vários mecanismos para ser “achado” pelo Google, mas fazendo um flash-back da época em que me aventurei pelo mundo cibernético, o que mais me ajudou foi:
1 – Ser capaz de escrever meu próprio site, decidir qual a melhor formatação, e fazer quantas alterações me desse na telha (ainda faço). O Joomla tornou isso possível.
2 – Na internet também, beleza é fundamental. É claro que o conteúdo conta, mas o site tem que ser atraente, convidativo, agradável de se olhar; ter boa distribuição de temas, cores harmoniosas, com o cuidado de não pecar pelo excesso.
3 – Lançar um blog. Foi a melhor maneira de perder o medo da exposição na web. Se, por um lado, a razão de ser de todo website é fazer com que as pessoas te achem, por outro eu tinha um certo pudor, medo de me expor. O blog foi um exercício para domar esse medo. Mas, verdade seja dita, as três primeiras tentativas resultaram no mais retumbante fracasso. E mesmo neste blog aqui, a visitação não é lá aquelas coisas, mas a ferramenta continua sendo uma ótima maneira de me manter em contato com o mundo da internet.
4 – Blogar sobre coisas que a gente gosta, não necessariamente trabalho! Eu sempre tive a idéia de que um blog profissional deveria ser… profissional! Que eu tinha que falar sobre assuntos sérios, mostrar o quanto sou entendida (?) – talvez por isso eles fracassaram! Paralelamente aos blogs “profissionais”, e apenas por curtição, lancei alguns blogs que tratavam de assuntos espiritualistas, e que alcançaram enorme sucesso, de crítica e de público! Aprendi a lição: “Dê as pessoas o que elas querem, e elas te seguirão”. Decidi aplicar essa máxima ao meu negócio, analisando, com a ajuda do Google Analytics, quais páginas tinham maior visitação, e estrategicamente adicionando links de outros serviços à essas páginas, por exemplo. Elas foram também fonte inspiradora para os artigos que alimentam este blog e a seção “Blog dos Associados” no meu site.
5- Criar uma rede social, e ser membro ativo em fóruns, debates, etc. Se você participa de algum site de relacionamento profissional, sabe que o que mais se vê por aí é gente “pedindo material” – a lei do mínimo esforço talvez não seja a melhor opção para a construção da imagem profissional de ninguém. Mais do que pedir ajuda, o interessante é compartilhar: dicas, recursos, informações, promover a integração de pessoas com interesses comuns. A ajuda que você pode obter da sua rede, é mera conseqüência…
6 – Leitura – muita leitura. Blogs, websites, edições online de jornais e revistas, e-books e, é claro, uma pequena ajuda dos amigos.
7 – A Cabala diz que 7 é um número mágico, então… talvez seja melhor esta listinha ter 7 itens…
por Liz Bittar
Conteúdo liberado, desde que mencionadas a autora e a fonte (www.lizbittar.com.br/blog)
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