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	<title>Liz Bittar Magazine</title>
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	<description>O Blog da Liz Bittar &#38; Associados http://www.lizbittarassociados.com.br</description>
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		<title>GALINHA!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 16:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[AGENDA]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[<em>"Engana-se o homem que pensa que o sonho de toda mulher é encontrar o príncipe encantado. Na verdade, o sonho de toda mulher é comer sem engordar”.</em>

Foi assim que começou. Fiz esse comentário no post de uma amiga no Facebook, e postei no meu mural, também. Logo, as pessoas estavam compartilhando e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/frase.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2364" title="frase" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/frase-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>“Engana-se o homem que pensa que o sonho de toda mulher é encontrar o príncipe encantado. O sonho de toda mulher é comer sem engordar”.</strong></em></p>
<p>Foi assim que começou. Fiz esse comentário no post de uma amiga no Facebook, e postei no meu mural, também. Logo, as pessoas estavam compartilhando, mas sem citar a fonte (o famoso “<em>via fulano de tal</em>”). Estavam postando em seus murais como se a frase fosse delas!</p>
<p>Ok, sei que não descobri a pólvora e, cá entre nós, a frase não é tão brilhante assim;  é apenas uma constatação da realidade – ou, pelo menos, da “minha” realidade. Mas as pessoas se apropriaram da minha ideia, não me deram crédito, e eu não gostei. Afinal, imagine se fosse algo relacionado com o meu trabalho, por exemplo? Imagine se a concorrência pudesse fazer uso &#8211; e se beneficiar &#8211; de uma ideia originariamente minha? Ah, não gostei, não&#8230;</p>
<p>Até que a tal frase  virou uma dessas mensagens com foto que circulam no Facebook: mais de mil pessoas curtiram, até agora quase 3 mil compartilharam. Não sem os devidos créditos: a pessoa que teve a feliz ideia de copiar a frase, fazer um cartãozinho com foto e tudo, e postar, não se esqueceu de colocar as iniciais&#8230; as dela!</p>
<p>Então&#8230; <strong>PALMAS PRA ELA! </strong>Ela foi bem mais esperta do que eu. Soube comunicar a mensagem de forma mais efetiva. Viu o potencial de uma frase aparentemente simplesinha&#8230; e acertou em cheio. E, como teve a ideia de propagar a frase, se deu ao trabalho de transformá-la em um cartãozinho com foto e tudo, então ficou com os créditos pra ela. Bem feito pra mim.</p>
<p>Quem assina por “RF” conseguiu que mais de 3 mil pessoas passassem adiante o seu post; conseguiu que mais de mil curtissem. Conseguiu aumentar sua visibilidade na rede – e aqui não importa se foi com uma boa tirada copiada de alguém, uma frasezinha bem humorada ou não. O que realmente importa é aparecer, e RF apareceu.</p>
<p>No mundo dos negócios também é assim. Não basta apenas ter a ideia: é preciso reconhecer nela o seu verdadeiro potencial, explorar esse potencial e saber comunicar a mensagem eficazmente. Guardadas as devidas proporções, foi o que fez o vendedor <a href="http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/mcdonalds-inveno-do-fast-food.html">Ray Kroc</a>: teve a sensibilidade de reconhecer a galinha de ovos de ouro, quando se deparou com ela.</p>
<p>Mas aí, alguém poderia argumentar, e com razão: seja quem foi que se apoderou de um conteúdo que não era seu, e passou a divulgá-lo como sendo, não está sendo lá muito honesto&#8230; ao que eu responderia: Benvindo à realidade do mundo virtual! Não se iluda: a internet é terra de ninguém e a única lei que vigora nas redes sociais é a do copia e cola. Alguns, até de maneira muito eficaz, como é o caso de RF.</p>
<p>Outros, nem tanto. Outro dia mesmo, inseri uma <a href="https://www.facebook.com/#%21/lizbittar/posts/2620593725178?notif_t=feed_comment">Nota de Pesar</a> pelo falecimento de um profissional  muito querido e respeitado em nosso meio. Pois vocês acreditam que a tal Nota de Pesar foi parar em um grupo de RH do Yahoo, como se fosse do dono do grupo? Ou seja, há quem não se dê ao trabalho nem de redigir a própria nota de pesar, e dá um copia e cola até nos sentimentos alheios! Aí complica&#8230;</p>
<p>O nosso comportamento na rede diz muito sobre nós: o que uns consideram lícito, para outros é imoral. A internet é uma vitrine que evidencia não apenas os nossos gostos, interesses e inclinações, mas também as nossas competências e o nosso caráter. O profissional que utiliza as redes sociais para conhecer e ser conhecido, para fazer amigos e prospectar clientes ao mesmo tempo, tem que adotar por lema a famosa frase dos filmes de Hollywood: <em>“Tudo o que você disser poderá ser usado contra você&#8221;</em> &#8211; mesmo nos casos em que, em vez de dizer, está na realidade &#8220;dublando&#8221;&#8230;</p>
<p>Da mesma maneira como não é possível evitar o famoso copia e cola, também não é possível evitar que isso venha à tona. E aí, fica ruim pra quem?</p>
<p>Em muitos casos, pra quem reclama. No caso da Nota de Pesar,  fui devidamente penalizada e sumariamente excluída do rol de amigos do cidadão. Merecidamente: não basta copiar e colar, é preciso também eliminar a prova do crime (afinal, quem mandou eu reclamar?).</p>
<p>Já no caso da frase que virou mensagem e agora circula por todo o Facebook, pegou mal foi pra mim, que tive a ideia da frase, mas não soube comunicá-la eficazmente. Fiquei com cara de pata, enquanto RF foi galinha.</p>
<p>E, nesse contexto, chamar RF de galinha é um grande elogio: Sabe por que todo  mundo conhece (e consome) ovo de galinha e não de pata? Porque a galinha quando choca o ovo cacareja a todo pulmão &#8211; enquanto a pata&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank">Liz Bittar</a> </strong><strong>em 08.12.2011</strong><strong> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></em></p>
</blockquote>
<h3>Em tempo &#8211; e em resposta a outro comentário no Facebook:</h3>
<p>Não me importa que RF tenha usado a tal  frase, nem é uma frase importante, nem brilhante e nem nada. Estou apenas  fazendo uma comparação com o que acontece no mundo dos negócios. Não basta ter a mensagem, é preciso saber COMUNICAR  a mensagem &#8211; é a isso que me referi.<br />
Também sobre a reputação que se constrói na rede, porque há a cópia  inofensiva (como foi o caso de RF) e há a mal intencionada, propositada  ou cara-de-pau (como foi o outro caso).<br />
Todo profissional que utiliza  redes sociais para se promover, tem que pensar na imagem que QUER  projetar, e na imagem que efetivamente projeta, quando, &#8220;sem querer  querendo&#8221; faz esse tipo de coisas.<br />
Tem uma professora do Rio que  copiava meus textos e postava no site dela, como sendo dela&#8230; O site  tem centenas de artigos, ela fala de tudo um pouco (é uma das que  &#8220;<em>dublam</em>&#8220;). Resolvi a questão reservadamente, e ela excluiu meus textos  do site. Mas&#8230; já pensou se eu tivesse divulgado?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Angelinas</title>
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		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2011/12/angelinas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 15:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[AGENDA]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[A foto circula no Facebook. E os comentários, na maioria, foram que os homens deveriam valorizar o caráter da mulher e não sua beleza, etc e tal,  e todo aquele discurso que nós, mulheres comuns (e longe de sermos Angelinas Jolie), adoramos.

"Me engana que eu gosto" à parte, a verdade é uma só: nem tanto o mar, nem tanto a terra...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/angelinas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2408" title="angelinas" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/angelinas.jpg" alt="" width="320" height="194" /></a>A foto circula no Facebook. O texto, assinado por &#8220;Capettine&#8221;, diz o seguinte: &#8220;<em>mulher bonita é aquela que tem uma personalidade e um caráter tão magnífico, que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.&#8221;</em></p>
<p>Aí, vieram os comentários: os homens deveriam valorizar o caráter da mulher e não sua beleza, etc e tal,  e todo aquele discurso que nós, mulheres comuns (e longe de sermos Angelinas Jolie), adoramos&#8230;</p>
<p>&#8220;Me engana que eu gosto&#8221; à parte, a verdade é uma só: nem tanto o mar, nem tanto a terra. Beleza é importante, sim. E o resto também.</p>
<p>Tudo depende da fase de  vida da mulher: A mulher jovem, <em>é claro</em> que <strong>&#8220;<em>precisa</em>&#8220;</strong> seguir a moda, as  tendências; está descobrindo sua sexualidade e aprendendo a seduzir, a encantar. Na fase em que mocinhas se tornam mulheres, boa aparência significa auto-confiança, auto-afirmação. E  não só para a mulher, mas também para o homem, nesta fase a aparência é muito importante&#8230; a dela!</p>
<p>Depois, há a fase em que a mulher (ou, a maioria) vira mãe, e  então os valores começam a mudar. É natural que assim seja, e o homem  deveria acompanhar&#8230; mas não acompanha! A mulher amadurece mais rápido e, lamentavelmente, envelhece mais rápido também. Por dentro e por fora, as transformações ocorrem mais cedo do que para os homens.</p>
<p>A mulher de 30  já entendeu o valor da  família, dos filhos, não está mais na fase das descobertas. Ela já está bem resolvida na sua condição de mulher, e sabe que aparência não é tudo&#8230; mas ainda é muito importante!</p>
<p>É  importante no trabalho, e é importante para continuar seduzindo e encantando, especialmente porque o seu homem ainda não entrou na fase em que ela  está. Isso mesmo, enquanto a mulher cresce, amadurece, o homem conserva  por mais tempo a sua, digamos&#8230; <em>&#8220;jovialidade mental</em>&#8220;. E continua, aos  30 ou 30 e poucos anos, se comportando e tendo os mesmos valores de  quando tinha 18: ainda quer ter carro, grana e mulher bonita pra mostrar  pros outros. Ah, e uma boa mãe e esposa em casa (e, em muitos casos, nem precisa necessiariamente se tratar da mesma mulher).</p>
<p>Aos 40 anos, a mulher MORRE de medo de  envelhecer. Morre mesmo. Morre por dentro, aos pouquinhos. Tem um medão danado das rugas, dos pneuzinhos, da celulite, das gordurinhas&#8230; isso,  porque o seu homem ainda é um adolescente!</p>
<p>Nessa fase, ela muitas vezes vira &#8220;mãe&#8221; dele. É que ela já entendeu que há coisas que não  duram para sempre, que há outros valores&#8230; mas, o seu homem ainda está  em fase de &#8220;deslumbramento&#8221;. E, como faz com os filhos, ela ensina, mostra como se faz, e pacientemente, espera&#8230;</p>
<p>A mulher de 40 é poderosa! Já está madura,  já conhece da vida e -  graças aos filhos &#8211; entende tudo de comportamento humano. No trabalho,  começa a perceber que  está mais esperta, mais sábia&#8230; e perdendo espaço pra aquela bonitona  da saia justa. Infelizmente, acontece!</p>
<p>Então, a mulher de 40 que tem filho e marido adolescentes, que não é Angelina Jolie nem nada, que concorre com a bonitona da saia justa no trabalho,  se mata pra correr atrás do prejuízo.  Tem que ser mãe, esposa e profissional de salto alto&#8230; e sem comer! Dá-lhe dieta, dá-lhe exercícios, dá-lhe sonhos de perfeição com injeções de botox.</p>
<p>Mas essa insanidade passa. Aos 50, a mulher já  entregou pra Deus. Sabe que aparência ainda é importante &#8211; e sempre vai  ser &#8211; mas ela se cuida PARA ELA, em primeiro lugar. Porque quer ser saudável e quer ajudar a criar netos! Porque a vaidade faz parte da alma feminina e ela tinge os cabelos, faz as unhas, se enfeita, apesar da barriga e das rugas.</p>
<p>Mas ela se enfeita também para o parceiro, que está  ficando velho, não tem mais o vigor de antes, e está agora entrando na  fase que ela entrou aos 30! Ah, mas essa pode ser uma fase boa, muito boa, porque ele agora está &#8220;começando&#8221; a enxergar a mulher, como ela queria ser vista desde os 30.</p>
<p>Isso, se ele quiser acordar! Há os que se recusam a viver a plenitude da maturidade. O homem que não quer crescer, que tem medo de virar gente grande, pode causar um estrago danado (ou não), como aconteceu com uma <a href="http://lizbittar.com.br/blog/2009/10/mulher-de-50/" target="_blank">mulher de 50</a> que eu conheci.</p>
<p>Aos 40, a gente ainda pode enganar o tempo, esticar a juventude, burlar a idade, fingir que não é com a gente. Mas, aos 50&#8230; Aos 50 a realidade pega a gente de frente. Não dá pra fugir, não, e vamos combinar que a gente nem tem mais fôlego!</p>
<p>Então, o jeito é soltar as amarras, e entregar pra Deus. A maturidade traz rugas, mas traz também<em><strong> liberdade</strong></em>! Aos quarenta e doze, posso dizer que é claro que as ruguinhas aparecem, mas tudo tem um lado bom na vida: já não enxergo muito bem,  e só consigo ver os pormenores do meu rosto se coloco óculos. O remédio: me  olhar no espelho, mas sem óculos &#8211; Pronto, resolvido!</p>
<p>Aos 50 a gente já parou de brigar com a vida, e começa a aceitar o que ela nos deu, e achar que está no lucro, se der mais ainda.</p>
<p>E,  como temos a tarefa de educar vidas, prepará-las para o mundo, é claro  que a nossa sensibilidade está focada na semeadura; preparamos o terreno  para ver esse ciclo se repetir de novo, com nossos filhos. Se eles não cometerem  os nossos mesmos erros, cometerão parecidos &#8211; só porque errar significa  aprender. Faz parte do crescimento.</p>
<p>Então, veremos nossas filhas fazer  dieta porque engordaram 200 gramas, e não há como convencê-las do  contrário. Veremos nossos filhos se encantarem com a moça bonita do  bairro, sendo que a outra é mais doce, mais sincera, mais leal&#8230;</p>
<p>O ciclo se repete neles, mas não podemos viver por eles. Eles também, cada um  a seu modo, vão viver as dores do crescimento&#8230; até aprender! E preparar seus filhos para começarem tudo de novo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank">Liz Bittar</a> </strong><strong>em 10.12.2011</strong><strong> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<strong>Publique os textos na íntegra – Respeite os direitos autorais!</strong></em></p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>A Geração Y e o Uso Medíocre da Internet nas Escolas</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2011/03/uso-mediocre-da-internet-nas-escolas/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2011/03/uso-mediocre-da-internet-nas-escolas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 19:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[por Liz Bittar, em 10.12.2008

No Brasil, 65 milhões de pessoas, ou um em cada dois brasileiros adultos, são usuários de internet. Em 2000, éramos menos de 3%, ou seja, apenas 5 milhões. No entanto, isso parece não haver ainda impactado o ensino, nem em termos de conteúdo, nem em metodologia. Me explico: não creio que seja suficiente investir na compra de computadores e lousas eletrônicas; ter a ferramenta é apenas um primeiro passo. Agora, é preciso saber usá-la. É preciso, portanto, mudar o foco e construir uma nova cultura...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">O Mundo do Trabalho Ontem, Hoje&#8230;</h3>
<h3 style="text-align: center;">E Amanhã?!</h3>
<p><strong>por Liz Bittar, em 10.12.2008</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há algum tempo tenho me empenhado em convencer a escola do meu filho a adotar um projeto piloto, para promover o “uso inteligente da internet”.</p>
<p style="text-align: justify;">O assunto me interessa muito, porque a maioria das pessoas que conheço, especialmente os jovens, limita-se ao uso medíocre da internet, ou seja: Google para copiar e colar os trabalhos de escola (sem necessariamente ter o trabalho de “ler”); Orkut, MSN e jogos. E para por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha preocupação maior é constatar que, embora o mercado de trabalho tenha mudado muito, o ensino ainda é tradicional, e não acompanhou nem o bonde, nem o trem-bala da história. Nossos filhos estão sendo preparados para enfrentar o mercado de trabalho da mesma maneira como nós fomos, com a diferença de que, na nossa época, não existia internet, nem celular, nem globalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar a pensar o futuro dos nossos filhos, é bom dar uma parada antes, e refletir um pouco sobre a velocidade das mudanças e o impacto que elas geraram no mercado de trabalho:</p>
<p class="MsoNormal"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-922" title="gestao_inovacoes" src="http://lizbittar.files.wordpress.com/2008/12/gestao_inovacoes.jpg?w=604&amp;h=447" alt="gestao_inovacoes" width="604" height="447" /></strong><span style="color: #ffffff;">………………………………..</span></p>
<p style="text-align: justify;">Parem um minutinho para analisar o quadro acima. A internet trouxe mudanças tão grandes, que é difícil lembrar de como era o mundo, e o trabalho, antes dela. Em 15 anos a mudança foi astronômica! E como será o mercado de trabalho daqui a 15 anos, quando chegar a vez desta geração, que hoje ainda aprende as mesmas matérias que nós aprendíamos nos anos 70, e talvez &#8211; e o que é pior &#8211; do mesmo jeito?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No Brasil, sessenta e cinco milhões de pessoas, ou <em>um em cada dois brasileiros adultos</em>, são usuários de internet. Em 2.000, éramos menos de 3%, ou seja, apenas 5 milhões. No entanto, isso parece não haver ainda impactado o ensino, nem em termos de conteúdo, nem em metodologia. Me explico: não creio que seja suficiente investir na compra de computadores e lousas eletrônicas; ter a ferramenta é apenas um primeiro passo. Agora, é preciso saber usá-la. É preciso, portanto, mudar o foco e construir uma nova cultura.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Como toda mudança de cultura começa pela compreensão do contexto, vamos analisar primeiro as mudanças no mercado de trabalho, com o advento da internet:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A internet trouxe agilidade, redução de distâncias e, conseqüentemente, de custos. A forma de trabalhar também mudou: se antes eram necessárias grandes estruturas operacionais para viabilizar qualquer negócio, as datilógrafas e secretárias de ontem foram substituídas pelo notebook; as telefonistas, pelo celular; o email substituiu a correspondência interna e os malotes, e não há mais a necessidade de espaço físico e de pessoal para a manutenção de arquivos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Aliás, o espaço físico é cada vez menos importante: os novos recursos tecnológicos fomentam a criação de ambientes de trabalho virtuais (tele-conferência, vídeo-conferência, netmeeting, skype, recursos das intranets/websites, comunidades virtuais de aprendizado e redes de relacionamento social e profissional, etc).</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #ffffff;">……………………………………</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="margin: 0pt auto; display: block; width: 425px;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.1849255" /><param name="flashvars" value="&amp;rel=0&amp;border=0&amp;" /><param name="src" value="http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.1849255" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.1849255" wmode="transparent" flashvars="&amp;rel=0&amp;border=0&amp;" data="http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.1849255"></embed></object></span></p>
<div style="font-size: 10px; text-align: center;">more about “<a href="http://vodpod.com/watch/1220818-web-2-0?pod=lizbittar">Web 2.0 &#8211; Humor</a>“, posted with <a href="http://vodpod.com/wordpress">vodpod</a></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: #ffffff;">…………………………………………</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Neste cenário, a tendência é o aumento substancial de home-offices: Recente pesquisa do Sebrae indica que em apenas 8 anos, haverá uma empresa para cada 24 pessoas no Brasil (empreendedores independentes, trabalhando no sistema de home office).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A internet viabiliza a implantação de novos negócios cada vez com menos recursos. <strong>Basta ter um computador plugado no mundo, e</strong> <strong>uma mente plugada no mundo, educada para empreender.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Este é o ponto central da questão: os recursos estão todos aí, mas e as mentes? Estão sendo educadas para empreender? Minha impressão pessoal é de que não.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: #ffffff;">……………………………..</span></p>
<p style="text-align: left;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<h3 class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: left;"><strong>Mudança de Paradigma</strong></h3>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #ffffff;">…………………………..</span><br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O ensino tradicional não prepara as mentes para empreender. O profissional de ontem, formado sobre as bases do ensino tradicional, encontrava um mercado de trabalho onde o estudo era essencialmente acadêmico, não havia estímulo para o auto-desenvolvimento e não havia necessidade de educação contínua. O aprendizado era passivo, a experiência era um diferencial competitivo e o diploma fazia diferença.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Hoje em dia, isso já é História. O que faz diferença não é mais o diploma, mas o<em> <strong>conhecimento</strong></em>. Vivemos a era do conhecimento. Os avanços tecnológicos provocam mudanças em ritmo frenético, o que exige dos profissionais reciclagem constante. A educação contínua é, portanto, uma questão de sobrevivência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Com os recursos disponibilizados pela Internet, o profissional que se destaca é aquele que busca, incessantemente, o auto-desenvolvimento. A educação não passa apenas pela formação acadêmica: as <a href="http://www.abt-br.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=309&amp;Itemid=2" target="_blank">Universidades Corporativas </a>proliferam, com uma proposta de ensino voltada para o mercado e a empregabilidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A educação formal não prepara profissionais para o trabalho – pelo menos, não mais, nos dias de hoje. A lacuna entre o aprendizado teórico e a aplicabilidade no trabalho foi inicialmente preenchida, nas organizações, pelos <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=27&amp;Itemid=30" target="_blank">Programas de Treinamento e Desenvolvimento</a>, antes presenciais, e agora cada vez mais em ambientes virtuais, através das Universidades Corporativas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">As Universidades Corporativas não se propõem a substituir o ensino tradicional. Elas não estão sujeitas a credenciamento pelo Poder Público, assim sendo a certificação ou diploma expedido por elas não precisa de reconhecimento oficial para ser aceito no mundo corporativo. Ao invés disso, o reconhecimento é feito pelo próprio mercado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Vejam um quadro comparativo entre o Ensino Formal e as Universidades Corporativas:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: #ffffff;">……………..</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-951" title="quadro-univer-corpor1" src="http://lizbittar.files.wordpress.com/2008/12/quadro-univer-corpor1.jpg?w=604&amp;h=479" alt="quadro-univer-corpor1" width="604" height="479" /><em><strong>Fonte:</strong> Carlos Monteiro, <a href="http://www.guiarh.com.br/p6.htm" target="_blank">Universidades Corporativas e Universidades Tradicionais: A Migração de Créditos</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">……………………………………………………………………………………..</span></p>
<p style="text-align: center;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p style="text-align: center;"><!--[if gte mso 10]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-990" title="viciados_em_computador4" src="http://lizbittar.files.wordpress.com/2008/12/viciados_em_computador4.jpg?w=140&amp;h=173" alt="viciados_em_computador4" width="140" height="173" />Mas, muito antes da universidade, precisamos fazer um trabalho de base. Nos dias de hoje, desde o ensino fundamental, as crianças têm acesso à internet, mp3, mp4, wii, PS2, celular com múltiplas funções, DS, além de incontáveis redes sociais, mesmo a contragosto dos educadores que teimam em alardear os efeitos perniciosos das novas tecnologias.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Não é bem assim. Essas tecnologias vieram pra ficar, e produziram a <a href="http://www.kairosnet.com.br/jobjump/ger_y.html" target="_blank">Geração Y</a> – a geração que cresceu com a internet e um montão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gadget" target="_blank">gadgets</a>, e que parece ser a única equipada para acompanhar os avanços tecnológicos com a velocidade que eles acontecem (seja sincero, você consegue programar seu DVD? E sabe pra que servem aquelas 1001 funcionalidades do seu celular? Pergunte pro seu filho caçula que ele sabe…)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>E por que as escolas insistem em ignorar isso?</strong> Talvez (e aqui arrisco um palpite muito pessoal), por medo do desconhecido. Não por medo das novas tecnologias, mas da autosuficiência que elas propiciam aos seus usuários. Independência é poder.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O aluno da geração Y é mais inquisidor, plugado no mundo, tem opinião própria, tem acesso à informação, é mais exigente, questiona, duvida, sabe onde encontrar “uma segunda opinião”, nem que seja do Google. E sabe que pode se expressar, e ser ouvido. Por meio de sites de relacionamento, blogs, torpedos e demais serviços de mensagens instantâneas, eles têm voz. Se a família e a escola não os ouvem, a tecnologia propicia que eles encontrem outro público, nem sempre o mais adequado…</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Em muitos sentidos, o ensino tradicional limita, em vez de expandir horizontes. Nós estamos muito além da era da industrialização, retratada por Chaplin em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modern_Times" target="_blank">Tempos Modernos</a>. E quanto o ensino evoluiu?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Antes de começarem as críticas, quero esclarecer que não sou especialista em ensino… sou apenas uma mãe perplexa com a constatação de que <strong>o uso da internet nas escolas é tão limitado e supervisionado, que embora os alunos recebam as asas, eles não podem voar…</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No próximo post, “Três Letrinhas que Mudaram o Mundo”, vou continuar falando de internet e da revolução que ela provocou. Também não vou me esquecer de contar a vocês sobre o tal projeto piloto, que eu tanto quero implantar…</p>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong><strong>em 10.12.2008</strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em></em></em></em></p>
<p><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lizbittar.com.br/blog/2011/03/uso-mediocre-da-internet-nas-escolas/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>“O SHOW SOU EU” Técnicas de Apresentação pra você dar um show!</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2011/02/o-show-sou-eu/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2011/02/o-show-sou-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 15:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Workshops]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=2007</guid>
		<description><![CDATA[<strong><center>18 de MARÇO, em São Paulo</strong></center>
Assim como os atores, antes de entrar em cena, você pode aprender a arte de falar em público e se apresentar diante de diferentes platéias, mesmo no contexto profissional.
Supere o desafio de realizar apresentações profissionais com segurança e desenvoltura no <strong>WORKSHOP "O SHOW SOU EU: TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO PRA VOCÊ DAR UM SHOW!"</strong>
<BR>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong>18 de MARÇO  em São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2008" title="public-speaking" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/public-speaking.gif" alt="public-speaking" width="180" height="275" /> Não é raro artistas consagrados revelarem que ficam nervosos antes de entrar em cena. Mesmo para profissionais cujo ofício é justamente a exposição pública, como atores, humoristas e até mesmo palestrantes, apresentar-se diante de diferentes platéias é sempre um desafio.</p>
<p style="text-align: justify;">É compreensível que a tarefa seja muito mais difícil para profissionais de outras áreas, não preparados para estar sob os holofotes, seja em apresentações profissionais para clientes internos ou externos, ou conduzindo grupos de treinamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A pressão de estar sob a mira de outros profissionais atentos ou desconfiados gera ansiedade: mãos trêmulas, suor, boca seca. Em situações assim, quem nunca se perguntou: <em>E se der branco? E se eu não souber responder as perguntas que me fizerem? E se eu corar, e morrer de vergonha? Como envolver as pessoas e tornar minha apresentação interessante?  Como controlar o tempo?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que todas essas angústias e muitas mais sejam normais e perfeitamente compreensíveis, o profissional que tem o desafio de realizar apresentações ou falar em público em situações de trabalho <strong>tem que causar uma boa impressão</strong>; dominar o medo, preparar-se devidamente, conhecer e dominar as técnicas que vão lhe garantir um excelente desempenho, mesmo em se tratando de uma pessoa tímida ou introvertida.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A VIDA IMITANDO A ARTE</h3>
<p style="text-align: justify;">Pense que os atores só se saem bem em cena depois de muito ensaio &#8211; nada é &#8220;natural&#8221; &#8211; é tudo meticulosamente planejado, e praticado à exaustão. E há uma equipe por trás de um bom espetáculo: iluminação, figurinos, cenário, direção de cena.</p>
<p style="text-align: justify;">O bom ator domina técnicas de apresentação e interpretação. Você não precisa se transformar em ator, mas pode se beneficiar dessas mesmas técnicas para se desempenhar com desenvoltura frente a diferentes públicos no seu ambiente profissional. É disso que tratamos no nosso <strong>Workshop de Técnicas de Apresentação:</strong></p>
<h2 style="text-align: center;">&#8220;O SHOW SOU EU!&#8221;</h2>
<h3><strong>Objetivos<img class="alignright size-full wp-image-2036" title="o-show-sou-eu" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/o-show-sou-eu.jpg" alt="o-show-sou-eu" width="181" height="251" /></strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Aparelhar profissionais de todas as áreas para vencerem o desafio de falar em público e realizar apresentações profissionais com segurança e desenvoltura.</p>
<h3><strong>Metodologia</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nossa metodologia é exclusiva, desenvolvida por Liz Bittar, que permite a assimilação das técnicas através da prática de habilidades e auto e hetero avaliações de performance.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Filmagem</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os participantes serão filmados no início do treinamento, e ao final, para análise de desempenho e progresso.</p>
<p><strong>ROTEIRO<br />
</strong></p>
<ul>
<li>Preparação da apresentação e  distribuição de conteúdos</li>
<li>Apresentação do Tema: Memorização e  Associação de Idéias</li>
<li>Apresentação Pessoal: Postura, Voz, Fala,  Linguagem, Oratória,  Gestual</li>
<li>Domínio do Espaço e Segurança na  Apresentação</li>
</ul>
<p><a style="color: #003399;" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0"><br />
</a></p>
<h1>18/03 em SÃO PAULO</h1>
<p><strong>Horário:</strong> 08:30 às 18:00hs</p>
<p><strong>Local: </strong>Av. Paulista, São Paulo</p>
<p><strong>Material Disponibilizado pelo Programa: </strong>Material do Participante</p>
<p><strong>Investimento:</strong> Sob consulta</p>
<p><strong>Facilitadora:</strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/" target="_blank"> Liz Bittar</a></p>
<p style="text-align: justify;">Consultora em Treinamento e  Desenvolvimento. Autora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/27/30/">programas   de treinamentos corporativos </a>presenciais e em <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/117/171/">e-learning</a> . Fluente em cinco idiomas, tendo estudado e trabalhado nos EUA, Suíça,   Inglaterra e Argentina. Autora de vários programas de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/26/133/">treinamentos   customizados</a> em inglês, espanhol e português. Facilitadora de   workshops nesses idiomas. Tradutora de textos de treinamento, e   produtora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/34/37/">vídeos </a>institucionais   e de treinamento. Há dez anos a cargo de Consultoria especializada em   Treinamento e Desenvolvimento Humano e Organizacional. Currículo   disponível <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">aqui.</a></p>
<p><strong>Observações: </strong></p>
<p>Nosso  curso  inclui:  coffee breaks, filmagens,  material  didático   e certificado.<br />
Almoço  e estacionamento no local, não incluídos.</p>
<h2 style="text-align: center;">INFORMAÇÕES, RESERVAS E INSCRIÇÕES</h2>
<h2 style="text-align: center;">(11) 2626-1532</h2>
<h2 style="text-align: center;">cursos@lizbittarassociados.com.br</h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OS 10 PASSOS DA INTEGRAÇÃO: Como Montar e Aplicar uma Integração de Novos Funcionários</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2011/01/integracao-de-novos-funcionarios/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2011/01/integracao-de-novos-funcionarios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 10:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[AGENDA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=125</guid>
		<description><![CDATA[Você sabe da importância estratégica de um Programa de Integração de Novos Funcionários, que vá muito além de uma sessão de orientação sobre as regras da empresa?
Você sabe montar um programa de integração, ministrar e treinar multiplicadores internos para aplicá-lo?
Um Programa de Integração envolve muito mais do que o mero repasse de informações. A diferença entre um programa de Orientação e um de Integração é a mesma diferença entre conhecer  a nova empresa, e <strong>tornar-se parte</strong> dela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">..</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Você sabe da importância estratégica de um Programa de Integração de Novos Funcionários, que vá muito além de uma sessão de orientação sobre as regras da empresa?</p>
<p><img class="size-full wp-image-1243 alignnone" title="people-target-line1" src="http://lizbittar.files.wordpress.com/2009/01/people-target-line1.jpg?w=604&amp;h=369" alt="people-target-line1" width="604" height="369" /></p>
<p style="text-align: justify;">Você sabe montar um programa de integração, ministrar e treinar multiplicadores internos para aplicá-lo?</p>
<p style="text-align: justify;">Um Programa de Integração envolve muito mais do que o mero repasse de informações. A diferença entre um programa de Orientação e um de Integração de Novos Funcionários é a mesma diferença entre <strong><em>conhecer</em></strong> a nova empresa, e <strong><em>tornar-se parte</em></strong> dela.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">&#8230;&#8230;..</span></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Workshop OS 10 PASSOS DA INTEGRAÇÃO</strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Arial,sans-serif;">®</span></h2>
<h2 style="text-align: center;">Como Montar e Aplicar um Programa de Integração de Novos Funcionários</h2>
<h1 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Arial,sans-serif;"><br />
</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Objetivos:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fornecer aos profissionais de Recursos Humanos conhecimento necessário para estruturar um Programa de Orientação e Integração de Novos Funcionários em suas organizações. O Workshop abrange o passo-a-passo de um programa destinado a novos colaboradores, além de sugerir recursos dentro da realidade de cada empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do curso, os participantes realizarão os <strong>10 Passos da Integração</strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Arial,sans-serif;">®</span>, segundo a metodologia criada pela Liz Bittar &amp; Associados, e terão como resultado a confecção de um Plano de Trabalho para o desenvolvimento de um Programa de Integração em suas organizações.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Roteiro </strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>10 Passos da Integração</strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Arial,sans-serif;">®</span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --></p>
<p style="text-align: justify;">Durante o treinamento, serão expostos os conceitos e técnicas, e os participantes farão exercícios práticos em cada um dos <strong>10 Passos da Integração</strong><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Arial,sans-serif;">®</span>, seguindo a metodologia da Liz Bittar &amp; Associados.</p>
<h3 class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">A</span><span style="color: #800000;"><span style="color: #800000;"> </span>Quem Se Destina:</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A profissionais da área de Recursos Humanos, encarregados de montar ou ministrar um programa de Integração de Novos Funcionários, que seja mais do que uma mera orientação sobre as regras da empresa. O programa pode ser aplicado também a funcionários antigos, como Reciclagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Explica em detalhes metodologias e estratégias para o desenvolvimento e aplicação de Programas de Integração de Novos Funcionários, e treinamento de multiplicadores internos. Os participantes realizam, em sala de aula, um Plano de Trabalho Individual.</p>
<p style="text-align: justify;">São analisados recursos necessários vs recursos disponíveis, materiais, e integração do próprio programa com outros sistemas de RH.</p>
<h3><span style="color: #800000;"><strong>Material Disponibilizado:</strong></span></h3>
<p>Manual do Participante<span style="font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Arial,sans-serif;"> </span>.</p>
<p><strong>Facilitadora:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65">Liz Bittar</a></p>
<p style="text-align: justify;">Consultora em Treinamento e Desenvolvimento. Autora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=27&amp;Itemid=30">programas de treinamentos corporativos </a>presenciais e em <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=117&amp;Itemid=171">e-learning</a> . Fluente em cinco idiomas, tendo estudado e trabalhado nos EUA, Suíça, Inglaterra e Argentina. Autora de vários programas de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=26&amp;Itemid=133">treinamentos customizados</a> em inglês, espanhol e português. Facilitadora de workshops nesses idiomas. Tradutora de textos de treinamento, e produtora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=34&amp;Itemid=37">vídeos </a>institucionais e de treinamento. Há dez anos a cargo de Consultoria especializada em Treinamento e Desenvolvimento Humano e Organizacional. Currículo disponível <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65">aqui.</a></p>
<p><strong>Observações: </strong></p>
<p>Nosso  curso  inclui: coffee breaks, filmagens,  material  didático  e certificado.<br />
Almoço e estacionamento no local, não incluídos.</p>
<h2 style="text-align: center;">DATA: 28 de JULHO de 2011</h2>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>INFORMAÇÕES E RESERVAS:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="font-size: 16px; margin-bottom: 0pt; color: #000000; line-height: normal; text-align: center;"><strong> <a href="mailto:cursos@lizbittarassociados.com.br">cursos@lizbittarassociados.com.br</a></strong></p>
<h2 class="MsoNormal" style="font-size: 16px; margin-bottom: 0pt; color: #000000; line-height: normal; text-align: center;"><strong><span class="skype_tb_injection"><span class="skype_tb_injection_right" title="Call this phone number in Brazil with Skype: +551134423132"><span class="skype_tb_innerText" style="background-image: url(//skype_ff_toolbar_win/content/cb_normal_m.gif);"><span style="color: #800000;">(11) 2626-1532</span></span></span></span></strong></h2>
<p style="text-align: center;"><em>* Informe-se sobre descontos e parcelamentos para grupos.</em></p>
<h1 class="highlight" style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: center;">O QUE DIZ QUEM JÁ FEZ:</h1>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: center;">
<blockquote><p><em>&#8220;O  Workshop de Integração foi de grande valia para  que eu conseguisse  revisar o nosso atual processo já que o curso nos forneceu  metodologia  prática e eficiente, além de podermos trazer nossas dúvidas e   dificuldades do dia a dia, as quais foram sanadas totalmente. Recomendo a  todos  que façam o curso pois com certeza facilita o entendimento dos  processos de  integração da empresa de cada um.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Renata   Feo</strong><br />
<strong>EUROFARMA  LABORATÓRIOS  LTDA</strong><br />
<strong>Desenvolvimento de   Recursos Humanos</strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;O  programa 0S 10 PASSOS DA INTEGRAÇÃO  foi aplicado e desenvolvido com  muitas habilidades e práticas. O conteúdo foi  excelente e construtivo,  abrange muito mais do que uma mera orientação, fui  totalmente integrada  ao programa e hoje estou realizando a integração dos novos   funcionários e conseguindo ótimos resultados. O novo funcionários  sente-se mais  seguro e motivado com a empresa, com a reflexão de  crescimento, compromisso,  sentimento de pertencimento e orgulho. Sinto-me feliz em colaborar com a  empresa,  formando equipes felizes, motivadas, integradas à cultura e às metas da   empresa.&#8221;</em></p></blockquote>
<div><strong>Sônia do   Nascimento Morota</strong></div>
<div><strong>AGORA TELECOM<br />
</strong></div>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: center;">
<blockquote><p><em>&#8220;O  workshop foi extremamente válido, pois ampliou minha  percepção a  respeito do tema, que é mais amplo do que imaginamos e tem grande   impacto junto aos novos colaboradores. O Programa, além de bem prático,  nos  permite tirar dúvidas mesmo após o curso, sobre quais práticas  são mais eficazes  no treinamento em nossa empresa.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Erika  Gomes Bandeira de Carvalho,<br />
BANIF &#8211; Banco Internacional do Funchal  (Brasil) S.A.</strong></p>
<p><em><br />
</em></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Como    sabemos, integração é algo vital nas empresas. Como diz o ditado: A    primeira impressão é a que fica. Então, a empresa precisa estar    preparada para oferecer isso ao funcionário, envolve habilidades,    conhecimentos que, com certeza, pude aprimorar neste Workshop, O    conteúdo é bom, é autêntico, é algo que pode se adaptar à realidade das    empresas. E supriu minhas necessidades e expectativas por ora. Liz foi    atenciosa e procurou adaptar o treinamento à nossa realidade&#8221;.</em></p></blockquote>
<p><strong>Renata Zoais Marcelino</strong><br />
<strong>Fragon Prods para Indústria de Borracha Ltda </strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;A   metodologia é completa e aborda  temas profundos para a integração do   novo funcionário. Gostei do  resultado final e recomendo a Liz Bittar.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong> Fernanda Casanova A. Cunha</strong><br />
<strong>CNC &#8211; Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo</strong><br />
<strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;O    treinamento superou minhas expectativas. Consegui absorver todo o    conteúdo de forma que aplicarei a metodologia passada a curto prazo na    instituição onde trabalho. Liz Bittar é    uma facilitadora competente no que faz, e demonstra muita segurança  ao   passar o conteúdo. Para mim, foi de muita valia participar desse    treinamento.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Elaine Cristina do Nascimento Matiazzo</strong><br />
<strong>ABTLuS &#8211; Associação Brasileira de Tec Luz Sincrotrron</strong> <strong> </strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Excelente   conteúdo, agregando conhecimento que poderá ser aplicado na empresa,   ferramentas e propostas de trabalho inovadoreas, que com certeza   proporcionarão na íntegra a cidadania corporatica que almejo fomentar   aos novos funcionários, através de uma identificação com a Empresa.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong> Cristine Alves Santos</strong><br />
<strong>ESTRADA TRANSPORTES<br />
</strong><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0"><br />
</a></p>
<div style="overflow: hidden; color: #000000; background-color: transparent; text-align: left; text-decoration: none; border: medium none;"><strong><span class="skype_tb_injection"><span class="skype_tb_injection_right" title="Call this phone number in Brazil with Skype: +551134423132"><span class="skype_tb_innerText" style="background-image: url(//skype_ff_toolbar_win/content/cb_normal_m.gif);"><span style="color: #800000;"><span style="color: #ffffff;">……………</span></span></span></span></span></strong></div>
<p><span style="display: none;"><strong>Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email<br />
&lt;!–<br />
document.write( ‘&lt;/’ );<br />
document.write( ’span&gt;’ );<br />
//–&gt;<br />
</strong></span><strong> </strong> <em> </em><strong><span style="display: none;">e endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email<br />
&lt;!–<br />
document.write( ‘&lt;/’ );<br />
document.write( ’span&gt;’ );<br />
//–&gt;<br />
</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: center;"><em> </em></p>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em> </em></em></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><em><em><br />
</em></em></em></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Febemzinho</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/12/febemzinho/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 04:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele existiu de verdade. Tinha uns 9 ou 10 anos quando o conheci. Era um menino franzino, desconfiado a princípio. Sempre sujo, descalço, o cabelo duro pela falta de shampoo.
No início dos anos 90 eu tinha um cachorro grande e um apartamento pequeno; a solução era levá-lo todos os dias à praça perto de casa. Às vezes à tarde, às vezes à noite, e às vezes até de madrugada. Eu não tinha medo; todos me conheciam. Todos os que se pode encontrar pelas ruas de madrugada: os moradores de rua.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/febemzinho1.jpg"><img class="size-full wp-image-2291 alignright" title="febemzinho" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/febemzinho1.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a>Ele existiu de verdade. Tinha uns 9 ou 10 anos quando o conheci. Era um menino franzino, desconfiado a princípio. Sempre sujo, descalço, o cabelo duro pela falta de shampoo. Sincero, amoroso e muito educado.</p>
<p style="text-align: justify;">No início dos anos 90 eu tinha um cachorro grande e um apartamento pequeno; a solução era levá-lo todos os dias à praça perto de casa. Às vezes à tarde, às vezes à noite, e às vezes até de madrugada. Eu não tinha medo; todos me conheciam. Todos os que se pode encontrar pelas ruas de madrugada: os moradores de rua.</p>
<p style="text-align: justify;">Febem fazia parte de um grupo de crianças que fez da praça endereço fixo. Dormiam sob as marquises em dias de chuva, e no gramado da praça no verão. Se alimentavam da caridade de garçons dos bares e restaurantes da praça – desde que se mantivessem longe dos fregueses, e não aparecessem em horário de movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Guardavam carros, recebiam uns trocados aqui e ali, serviam de “avião” para policiais corruptos e, como toda criança, brincavam! Ah, como era bom vê-los correndo atrás do meu dócil Collie, jogando pauzinho, bola, brincando de pega-pega. Riam alto. E não falavam palavrão na frente da “tia”, por respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu passava horas sentada no banco da praça, conversando com eles, rindo e aprendendo, muito mais do que ensinando. Aprendi que alguns estavam na rua por opção; para fugir da violência doméstica, de pais alcoólatras e mães descuidadas. Outros, nasceram nas ruas; os pais estavam por aí, também pelas ruas. Outros eram filhos de presidiários, ladrões e assassinos, que apareciam, entre uma prisão e outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Febemzinho não falava de seus pais; dizia que não sabia quem eram. Ganhou o apelido pelas suas muitas idas e vindas à antiga Febem. Aparentemente, era sozinho no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Me contou que não usava drogas, mas que começou a beber aos 6 anos de idade. Quando a fome é muita, eles não conseguem dormir. A cachaça, sempre disponível entre os maiores, é o lenitivo que aplaca tanto a fome, quanto o frio. Em noites gélidas e chuvosas, disputando pedaços de papelão, o sono só vem depois de muita cachaça.</p>
<p style="text-align: justify;">Contou também que, vivendo nas ruas, nunca conseguiu juntar nada de seu. Se ganhasse alguma roupa, tinha que vestir; era tirar o agasalho um minutinho quando o sol aparecia, e pronto… o que iria fazer tanta falta de noite, era imediatamente surrupiado por alguém maior e mais forte. Nessas horas, o melhor é se calar.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, por um lado, haviam disputas internas, por outro o bando se protegia. Mais de uma vez, me acompanharam até em casa. “Tem uns caras assaltando a área hoje, tia. É melhor não andar por aí sozinha, não”.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma tarde baixou polícia na praça. Foi todo mundo parar no camburão – inclusive eu. Eles estavam “fazendo uma limpeza” na praça. Muito ríspidos e ameaçadores, tiveram que ser mais rápidos que os meninos, que saíram em debandada quando os avistaram. Foi preciso, claro, uma ação mais “enérgica”, para conseguir pegar a todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Só tive tempo de me explicar depois de todos devidamente “capturados”. Me pediram desculpas, me ajudaram polidamente a sair do camburão e até me cumprimentaram pelo cachorro, que aguardava sem alarido próximo à viatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Não pude intervir em favor das crianças. Eles foram levados e apareceram dias depois. Mais sofridos. Desesperançosos. Não me animo a repetir aqui o relato de Febemzinho, sobre os abusos e algumas práticas às quais “o homem” os submetia. Pela primeira vez, senti revolta e muita raiva na fala dele. Fome, pobreza, abandono, frio faziam parte de seu cotidiano, e ele aceitava. Mas isso… era degradante, imoral! Isso, mais do que qualquer outra coisa, esfregava na cara de cada um deles a tamanha desvantagem que levavam no mundo. Entretanto, não era nenhuma novidade. Cada vez que eram levados, sabiam exatamente o que os esperava. E também sabiam que, mais dia menos dia, seriam soltos; era uma questão de tempo, e de “bom comportamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine, então, uma sociedade de meninos que, dos 5 ou 6 anos até a maioridade, sofrem os mais diferentes abusos, são expostos sem piedade à lei do mais forte, passam por privações e não vislumbram futuro. Alimentam-se de cachaça, depois cola, e finalmente crack. Não tardam em perceber que uma boa ferramenta de trabalho é o revólver. Se não for de verdade, o de mentira também serve.</p>
<p style="text-align: justify;">Não estou alegando que todos os policiais sejam corruptos ou devassos, nem defendendo infratores e muito menos fazendo apologia do crime. Ao contrário; já fui, mais de uma vez, vítima de menores assaltantes e sei como essas experiências podem ser traumáticas; foi por causa de um assalto à mão armada que decidi morar no interior, longe da cidade grande. Ainda assim, cada vez que vejo um menino perambulando pelas ruas, visivelmente drogado, lembro-me invariavelmente de Febemzinho e sua “gangue”.</p>
<p style="text-align: justify;">Peço a Deus por ele todos os dias. Me sinto em débito com ele; uma vez, me fez um pedido: Disse que a coisa que mais queria era ir morar num daqueles lugares “onde os meninos vestem roupa tudo igualzinho”. Descobri que se tratava de um orfanato católico, só para meninos. Fomos lá duas vezes. Da primeira, não conseguimos passar nem do portão. Da segunda, chegamos até a recepção, de onde pudemos ver o pátio com o jardim bem cuidado. Mas não fomos atendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez o destino de Febemzinho tivesse sido diferente. Talvez fosse essa a chance que ele esperava, para que sua vida mudasse. Quanto desejei que tivesse sido assim!</p>
<p style="text-align: justify;">Fui morar fora do país por uns anos, mas ainda encontrei Febemzinho tempos depois, já moço. Me reconheceu, e com a mesma fala rápida de quando criança, veio logo me contar as novidades; quais deles tinham sido assassinados, quem estava preso, quem estava viciado em crack, quem teve filho que o Estado tomou e mandou para abrigos, quem tinha “saído dessa vida”. Febemzinho estava esperançoso porque tinham lhe prometido um trabalho de vendedor, e não precisava ter instrução. Quanto rezei para que desse certo… mas nunca cheguei a saber.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta última vez que nos vimos, depois de nos despedirmos, Febemzinho me chamou de volta. Soltou um grito alto, forte, determinado:<br />
-“Tia!”<br />
Virei-me, para então ouvi-lo dizer, docemente:<br />
-“Obrigado por tudo.”</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, sou eu quem tenho que lhe agradecer. Depois de tê-lo conhecido, nunca mais pude enxergar nenhum desses meninos como meros “marginais”. Deixaram de ser estorvo, para serem outros Febemzinhos. Cada um deles me traz a lembrança desse menino tão querido, e de sua história. Cada um deles merece minha compaixão e minhas preces: “Febemzinho… Obrigada por tudo!”</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Liz Bittar em 19 de Dezembro de 2009.</em></p>
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		<title>Aniversário</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/08/aniversario/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 16:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheguei aos cinqüenta anos. Um marco!

Dizem que estou conservado. Minha nossa, cheguei a uma idade onde “conservar” é uma grande vantagem... Mas sabe que, me olhando assim, no espelho, até que não estou tão mal?

Talvez porque eu nunca tenha me conformado em apenas “conservar”. Pensando na minha trajetória, no que ficou pra trás, procuro no espelho o menino, o moleque que jogava bola e queria descobrir, desbravar, enfrentar... e vejo que foi isso o que me impulsionou. Mais do que conservar o bom, a força maior é melhorar, descobrir o novo, crescer,  para cima e para o alto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2229" title="footsteps" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/footsteps.jpg" alt="footsteps" width="336" height="367" />Cheguei aos cinqüenta anos. Um marco!</p>
<p style="text-align: justify;">Dizem que estou conservado. Minha nossa, cheguei a uma idade onde “conservar” é uma grande vantagem&#8230; Mas sabe que, me olhando assim, no espelho, até que não estou tão mal?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez porque eu nunca tenha me conformado em apenas “conservar”. Pensando na minha trajetória, no que ficou pra trás, procuro no espelho o menino, o moleque que jogava bola e queria descobrir, desbravar, enfrentar&#8230; e vejo que foi isso o que me impulsionou. Mais do que <em>conservar</em> o bom, a força maior é melhorar, descobrir o novo, crescer,  para cima e para o alto.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, fui subindo, subindo; em conhecimento, experiências, vivências e aprendizado. O tempo talvez tenha me conferido maior resiliência – afinal, foram tantos tombos – e a serenidade para entender que se cresce não só para cima, mas fundamentalmente para os lados.</p>
<p style="text-align: justify;">Crescer para os lados?   Não ria, não estou falando da barriguinha incipiente. Me refiro à corrente de braços unidos que formam a grande rede de pessoas que me colocaram na posição que estou hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida fui impulsionado por mãos generosas, aprendi com tantos <em>coaches</em> que encontrei pela vida, e que me ajudaram a ser o que sou hoje. Tantos marcos na minha caminhada&#8230; Quantos foram os que deixaram suas pegadas na estrada da minha vida! Pessoas que fizeram a diferença, nas quais me inspirava, olhando lá de baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, aqui posicionado, na escada da minha vida de hoje, olhando pra cima, para aquela pessoa que eu ainda quero ser, vejo que preciso olhar também para baixo &#8211; por que é lá que está o meu legado. Acima está o sonho,  tudo o que ainda quero construir. Mas, abaixo de mim, estão as marcas que  quero deixar.</p>
<p style="text-align: justify;">É mesmo um prêmio da vida, estar em uma posição que me permita fazer a diferença para um grande número de pessoas, em minha área de influência. A vida me conferiu poderes para interferir diretamente no desenvolvimento, na melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas, que hoje tenho a oportunidade de liderar. Graças não só ao meu empenho pessoal e ao que muitos chamam de sorte, mas também a <em><strong>estas pessoas</strong></em>, eu estou hoje em uma posição que me permite devolver à vida um pouco do que tenho recebido.</p>
<p style="text-align: justify;">E  vejo com que banalidade tratamos isso, às vezes&#8230; Porque o mecanismo da vida cotidiana, o corre-corre e a pressão no trabalho, nos fazem desviar o olhar muitas vezes. A vida presente nos cobra resultados, respostas rápidas, agilidade. Mas a vida futura seguramente nos cobrará o nosso legado.</p>
<p style="text-align: justify;">Então aqui, diante do espelho, eu me pego pensando na trajetória que quero traçar<em><strong> depois</strong></em> de mim.</p>
<p style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify;">Tenho, hoje, nas mãos, a possibilidade de interferir diretamente no futuro de muitas pessoas, fazê-las crescer, investir no futuro delas, abrir espaços. Vejo o desbravador que fui, no começo de minha vida, e descubro que hoje posso ir muito além, desbravando para os outros também. Propiciar caminhos para que outras pessoas tenham a oportunidade de ser melhores, mais felizes, maiores, mais encorpadas, mais maduras, ir além, para cima, para o alto, e para os lados, engrossando a corrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre me preocupei com os exemplos que posso dar; isto é uma marca no meu estilo de viver e liderar. Mas ser um exemplo implica em ação pessoal, é algo de mim para comigo mesmo. Posso expandir isto em ações que interfiram na vida das pessoas, diretamente, usando estrategicamente a minha influência para possibilitar a ascensão do outro, o desenvolvimento do outro, o aprendizado do outro.</p>
<p>Minha resolução de aniversário? Continuar conservado é a primeira. E construir um legado.</p>
<p style="text-align: justify;">Um legado do qual me orgulhe, que não me deixe vontade de voltar atrás e refazer tudo de novo. A certeza de usar o meu potencial para espalhar sementes de desenvolvimento e de progresso na vida de outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto continuo a subir os degraus da escada da minha vida, para cima e para o alto, eu quero trazer uma porção de gente comigo. Quero, mais do que para cima, crescer para os lados!</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe por quê? Porque assim eu não envelheço; do mesmo modo que tantos “Coaches da Vida” que passaram por mim e permanecem inalterados na memória da minha existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu posso me manter vivo na memória daqueles cujas vidas eu tocar.</p>
<p style="text-align: right;" align="right">
<p style="text-align: right;" align="right"><strong><em>“Trata as pessoas como se elas fossem o que poderiam ser,<br />
e você as ajudará a se tornarem aquilo que são capazes de ser.”</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"><em>Goethe</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar, </span></a><span style="color: #000000;">em Maio de 2006</span> </strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: Seleção por Competências</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/07/entrevista-selecao-por-competencias/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/07/entrevista-selecao-por-competencias/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 12:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=2191</guid>
		<description><![CDATA[Liz Bittar falou ao jornal Carreira e Sucesso da Catho Online sobre Entrevista por Competência.

O link da matéria está <a href="http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=11872" target="_blank">aqui</a>. A íntegra da entrevista você encontra <strong>a seguir:</strong>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align: right;"><em> Consulte-nos sobre <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/200/328/" target="_blank"><span style="color: #800000;">CLÍNICAS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS </span></a>:<strong> Como Realizar Entrevistas de Seleção por Competências</strong></em></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2194 alignright" title="lizbittar-divulgacao" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/lizbittar-divulgacao.bmp" alt="lizbittar-divulgacao" /></p>
<p>Liz Bittar falou ao jornal Carreira e Sucesso da Catho Online sobre Entrevista por Competência.</p>
<p>O link da matéria está <a href="http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=11872" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>A íntegra da entrevista você encontra a seguir:</p>
<blockquote><p><span style="color: #800000;"><strong> </strong>CONSULTE-NOS SOBRE</span><strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/200/328/" target="_blank">CLÍNICAS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS</a> </strong><span style="color: #800000;">: COMO  REALIZAR ENTREVISTAS<strong> </strong>DE SELECÃO POR COMPETÊNCIAS</span><strong> </strong></p></blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;">1<strong>. O que é avaliado na entrevista por competências?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>A entrevista por competências baseia-se na premissa de que comportamentos passados são indicativos de comportamentos futuros. Assim, na entrevista por competências o entrevistador explora, na experiência pregressa do candidato, situações que indiquem o emprego das competências requisitadas para o cargo.</p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>2. Por que a entrevista por competências é cada vez mais utilizada em processos de seleção?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><strong><em>Liz Bittar:</em></strong> Relatos de experiências anteriores vividas pelos candidatos são uma base mais consistente para a avaliação; ao explorar exemplos específicos de experiências passadas, com base nas competências necessárias para o cargo, a técnica permite ir muito além da intuição, empatia ou impressões pessoais do entrevistador. Esta é, aliás, uma das vantagens do processo: a Seleção por Competências permite ao entrevistador basear sua análise em fatos concretos, quais sejam, comportamentos adotados no passado, em situações similares às que o candidato enfrentará no novo emprego.</p>
</blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt;">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>3. De que forma são identificadas essas competências?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Primeiramente, o selecionador deve traçar o perfil da vaga, com a definição das competências necessárias ao cargo. O perfil da vaga deve detalhar ainda as responsabilidades do cargo, desafios, e principais características do ocupante do cargo, além das qualificações técnicas, experiência anterior, etc. O selecionador deve ter também clareza quanto aos principais resultados esperados do ocupante da vaga, para a definição das competências técnicas.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">As empresas que adotam a gestão por competências já têm definidas quais as competências de cada cargo, e cada competência tem o seu descritivo. O que é importante avaliar, é o nível esperado de emprego da competência para o cargo em questão. Assim, desde o processo de triagem, é possível focar nos candidatos que apresentem as competências desejadas. Na entrevista, o que se busca é avaliar o emprego das competências, em situações reais de trabalho.</p>
</blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt;">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>4. Existem técnicas que facilitem ao selecionador identificar algumas competências muito implícitas?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>A entrevista de seleção por competência requer um cuidadoso preparo prévio, por parte do entrevistador. As competências técnicas podem ser avaliadas por meio de testes. Já, para explorar as competências humanas, é preciso conhecer técnicas de entrevista e saber avaliar as respostas.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">O entrevistador deve explorar a experiência do candidato e seu comportamento pregresso, traçando um paralelo entre suas atitudes no passado e os desafios que deverá encontrar no novo cargo. Isto fornece um indicativo de como o candidato poderá reagir, quando defrontar situações similares no exercício da nova função.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">É preciso, portanto, conhecer a função, o nível de excelência esperado no emprego das competências exigidas para o cargo, e saber conduzir a entrevista de forma a obter informações precisas, que embasarão a decisão de contratação.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">Há muitos cursos que treinam selecionadores nessas técnicas. Nós mesmos, na Liz Bittar &amp; Associados (<a href="http://lizbittarassociados.com.br/">http://lizbittarassociados.com.br</a>), damos treinamentos personalizados, individuais ou para pequenos grupos, para preparar profissionais a conduzirem esse tipo de entrevista. São o que chamamos de CLÍNICAS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS, ou seja, aparelhamos os profissionais com todas as técnicas e ferramentas para uma gestão eficaz na área de RH, passando, é claro, pela Gestão por Competências, Seleção por Competências e Avaliação de Desempenho com base nas competências.</p>
</blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt;">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>5. Nesse tipo de processo de seleção, também há como identificar competências em potencial, ainda não tão características do candidato? De que forma?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Competências não são inatas, são desenvolvidas. É claro que todos temos potencial para desenvolver, e se estamos em uma função que desperte o nosso interesse, nos motive, é claro que as chances de desenvolvimento são maiores.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">O selecionador deve analisar a compatibilidade entre o entrevistado, e a função que deverá exercer. Isso inclui desde ambiente de trabalho, dinâmica de trabalho, perfil do gestor direto, desafios, metas pessoais vs organizacionais, até seus valores pessoais.</p>
</blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt;">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>6. As chances de uma demissão precoce diminuem?</strong></p>
<blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>Demissões ocorrem por um conjunto de fatores. O processo auxilia, e muito, a tomada de decisão de contratação, porque a avaliação dos candidatos é feita com base em experiências concretas no passado, como indicadores de comportamentos futuros, em situações similares.  Como dissemos, a avaliação de candidatos feita com base nas competências evita que o selecionador se deixe enganar por impressões pessoais, simpatia ou antipatia, “feeling”, intuição, ou qualquer outro conceito abstrato. As competências são indicadores muito precisos do que se espera em termos de conhecimentos técnicos e de comportamentos, e a seleção com base nas competências é uma via, sem dúvida, mais segura.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">Para diminuir a possibilidade de erros na contratação, um processo anterior ao da entrevista é a compreensão do que se espera do novo funcionário em termos de conhecimentos técnicos e resultados. A área de Recrutamento e Seleção deve ter clareza sobre o motivo da vaga (crescimento da área, nova contratação ou substituição). No caso de substituição, é recomendável avaliar se o ocupante anterior não atendeu expectativas em termos de resultados; isso ajuda na definição de competências técnicas para o cargo.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;">Um outro aspecto a ser considerado é o comportamental. Quando há uma substituição, deve-se apurar se houve problemas de relacionamento com o ocupante anterior. Esse levantamento prévio das principais dificuldades da área e do estilo do gestor auxilia o entrevistador a buscar características comportamentais mais compatíveis com o ambiente que o novo funcionário irá encontrar.</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt;">Essas medidas facilitam o relacionamento interno, diminuindo as chances de demissão precoce.</p>
</blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>7. Quais os benefícios para a empresa? </strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>O bom selecionador faz sua lição de casa, antes de qualquer entrevista. Estuda o currículo do candidato, e prepara com antecedência as perguntas focadas em competências técnicas e comportamentais. O gestor da área deve também participar do processo; o departamento de Recrutamento e Seleção deve fazer um check-list antes da entrevista, e juntamente com o gestor da área, levantar quais os principais pontos a serem explorados. O planejamento da entrevista inclui também a elaboração de exemplos práticos das rotinas da área, transformados em perguntas na entrevista. Desta forma, a avaliação é feita com base em vivências anteriores do candidato, e é possível avaliar não apenas questões comportamentais, mas também sua familiaridade com a área.</p>
</blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;">8<strong>. Quais os benefícios para o profissional? Irá ter uma adaptação melhor e mais rápida?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>Terá, no mínimo, uma visão mais realista do que o espera em termos de performance e comportamentos. Isso é claro que ajuda no processo decisório, de ambas as partes.</p>
</blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: -18pt;"><strong>9. Quais as características dos candidatos mais avaliadas em uma entrevista com esse foco?</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt;"><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Isso depende das competências para o cargo, em outras palavras, dos conhecimentos, habilidades e atitudes que o candidato precisa ter. Apenas para ilustrar: se o cargo for de Gerente Financeiro, além das competências técnicas (conhecimentos), o profissional deve ter habilidades relacionadas (raciocínio lógico, atenção, foco, concentração) e competências humanas que, neste caso, podem ser comportamentos que indiquem ética nas relações e habilidade para lidar com informações sigilosas, por exemplo.</p>
</blockquote>
<p style="text-indent: -18pt;"><strong>10. Cada área de atuação do candidato tem suas competências relacionadas. Porém, existem algumas competências em comum/mais identificadas, independentemente do campo de atuação do profissional? Se sim, quais?</strong></p>
<blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>Eu citaria duas: comunicação e relacionamento. Habilidades de comunicação são sempre muito importantes, especialmente se considerarmos que liderar é, essencialmente, comunicar. Mesmo quem não ocupa cargo de liderança hoje, mas tem ambições de progredir na carreira, deve desenvolver esta competência. Relacionamento interpessoal é outra competência essencial, porque todos nós trabalhamos em equipe, em maior ou menor escala. Saber se relacionar no ambiente de trabalho, e até mesmo em ambientes virtuais, entender a cadeia de valor e compreender que o trabalho de um impacta invariavelmente no trabalho do outro, desenvolver relações profissionais com clientes internos e externos baseadas na ética, transparência e comprometimento, são posturas que valorizam muito qualquer profissional.</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast">
</blockquote>
<blockquote>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast"><strong> CONSULTE-NOS SOBRE </strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/200/292/" target="_blank"></a><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/200/328/"><span style="color: #800000;">CLÍNICAS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS</span></a><span style="color: #800000;"> </span>:<strong> COMO  REALIZAR ENTREVISTAS DE SELECÃO POR COMPETÊNCIAS </strong></p>
</blockquote>
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		<title>Entrevista: Feedback</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/07/entrevista-feedback/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>OS DOIS LADOS DE UMA AVALIAÇÃO</strong>

Liz Bittar falou sobre Feedback ao jornal Carreira e Sucesso: Por que é um instrumento importante nas relações corporativas, qual a maneira mais eficaz na aplicação do feedback, como aprender a dar e receber feedback, o que a falta de feedback pode acarretar, dentre outros tópicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liz Bittar falou ao jornal<strong> CARREIRA E SUCESSO</strong> sobre Feedback. A íntegra da entrevista está abaixo. O link para a matéria está <a href="http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=11538" target="_blank">AQUI</a></p>
<h1 style="text-align: center;">FEEDBACK:</h1>
<h1 style="text-align: center;">OS DOIS LADOS DE UMA AVALIAÇÃO</h1>
<h2 style="text-align: center;"><img class="alignright size-full wp-image-1865" title="feedback_3" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/feedback_3.jpg" alt="feedback_3" width="312" height="217" /></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/" target="_blank">WORKSHOP </a></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/" target="_blank"><span style="color: #800000;">COMUNICAÇÃO E FEEDBACK </span></a></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;">DIA 08 DE ABRIL EM SÃO PAULO</span></h2>
<p><strong>Por que o feedback é um instrumento importante nas relações corporativas?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> São inúmeros os motivos. Apenas para citar alguns, as empresas estão cada vez mais adotando Sistemas de Avaliação de Desempenho, e a eles estão vinculados Planos de Carreira, Remuneração Variável, Bônus, etc. Os profissionais devem, portanto, atingir metas, e são avaliados não apenas pelos resultados quantitativos, mas também qualitativos. Nesses casos, o feedback é a forma mais eficaz de monitorar o progresso.</p>
<p>A troca de feedback constante é também um fator motivacional,  além de ser um instrumento para dar diretrizes claras.  Gestores que não cultivam o hábito de dar e receber feedback acabam por distanciar-se de suas equipes, ao passo que o feedback gera proximidade, e transparência nas relações.</p>
<p>Um grande desafio que as empresas enfrentam é o da retenção de talentos. Não são raros os casos em que a falta de feedback é fator decisivo na hora de escolher entre sair ou ficar; empresas que não alimentam seus funcionários com feedback constante podem desencadear neles o desinteresse e a falta de motivação. Afinal, para que dar o melhor de si se, na outra ponta, ninguém se preocupa o bastante com o funcionário a ponto de orientá-lo sobre seu crescimento pessoal e profissional?</p>
<p>Fica, portanto, claro, que não se trata apenas de tecer elogios. O feedback só é eficaz quando utilizado para esclarecer, orientar e corrigir falhas, quando detectadas, assim como reconhecer esforços, valorizar posturas e cumprimentar pelo êxito.</p>
<p>O feedback se aplica, portanto, “na saúde e na doença, na alegria e na tristeza”. Se a empresa espera o comprometimento e a dedicação de seus funcionários, não pode, por sua vez, se furtar ao seu compromisso de orientar, valorizar e também, ouvir.</p></blockquote>
<p><strong>De modo geral, quais as correções e ensinamentos devem ser passados no ato de um feedback?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>Comportamentos que a empresa espera ver repetidos devem ser reconhecidos e valorizados, através do feedback. Falhas devem ser apontadas e através do feedback é possível passar orientações claras sobre a conduta esperada em cada situação. Mas o feedback jamais pode ser utilizado de forma a intimidar ou acusar; ao contrário, o feedback é, na verdade, uma  ferramenta para possibilitar o diálogo, e como todo diálogo, deve ser uma via de mão dupla. Longe de ser incriminatório, o momento do feedback deve ser o momento em que o gestor não apenas orienta, mas sobretudo ouve o funcionário, podendo assim inclusive detectar, possivelmente, outras áreas a serem corrigidas.</p></blockquote>
<p><strong>Qual a maneira que considera mais eficiente na aplicação de um feedback? Existem etapas, estilos diferente de aplicação?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> O feedback deve ser oportuno, ou seja, logo após a ação que está sendo analisada. Digo “ação” porque o feedback eficaz não avalia pessoas, mas sim comportamentos. Por isso, a forma mais recomendada de dar feedback é ressaltando a ação e seus resultados, especialmente quando são negativos.</p>
<p>Uma regra de ouro é jamais começar um feedback pela palavra “você”. O feedback deve focar a ação, e não a pessoa.</p>
<p>Por fim, o chamado “feedback negativo” – que eu prefiro chamar de “feedback para melhoria” deve ser dado reservadamente, evitando a exposição pública do funcionário.</p></blockquote>
<p><strong>Como o profissional pode aprender a aplicar um feedback eficiente? Existe um modo?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Sim. O feedback eficaz requer assertividade, clareza na comunicação e, claro, respeito. Não pode ser ofensivo, nem ser levado para o lado pessoal. Como disse anteriormente, não se trata de avaliar pessoas, nem simpatias ou antipatias pessoais, e sim comportamentos recomendados e comportamentos que devem ser evitados no futuro.</p>
<p>O feedback para melhoria requer tato, o que pode ser um desafio para pessoas muito diretas. Mas, por outro lado, requer também firmeza, e muitos encontram dificuldade em apontar falhas alheias, mesmo estando em posição de comando. O segredo é saber a dosagem certa.</p>
<p>Há técnicas que podem ser aprendidas, que envolvem habilidades de comunicação, autoconhecimento, análise do estilo pessoal de liderança e conhecimento da equipe. Este último depende da capacidade de cada gestor em perceber, diagnosticar e avaliar comportamentos dos membros de sua equipe, para traçar o perfil de cada um de seus colaboradores.<strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/"><span style="color: #800000;">A Liz Bittar &amp; Associados ministrará um curso dia 08 de Abril em São Paulo, que trata exclusivamente desse tema.</span></a></strong></p></blockquote>
<p><strong>Em quais situações o feedback pode ser a melhor ferramenta para melhoria de desempenho?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Nem sempre o funcionário tem a percepção de como o seu comportamento impacta favoravelmente &#8211; ou negativamente &#8211; as pessoas e o negócio. O feedback é uma ferramenta que deve ser utilizada para fornecer diretrizes claras, orientar, e possibilitar a troca, ouvindo o que o outro lado tem a dizer. Não deve ser nunca um discurso, mas sempre um diálogo.</p></blockquote>
<p><strong>Quais problemas um subordinado que não recebe feedback pode enfrentar?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> O gestor que percebe uma falha e não dá o feedback no tempo certo, transmite a idéia equivocada de que aquele comportamento está correto e pode, portanto, ser repetido. Comportamentos indesejados, repetidos seguidas vezes, por falta da devida orientação – ou seja, do devido feedback – podem resultar em sérios problemas de comunicação. O gestor se cala (que em outras palavras, vale dizer “se omite”) e quando resolve falar&#8230; explode! Isso gera atritos desnecessários e quebra de confiança. Não se deve esperar até que a última gota d’água faça o copo transbordar; é preciso criar a cultura de feedback, ou seja, a troca constante.</p>
<p>A falta de feedback pode também, como eu disse acima, ser o desencadeador da falta de motivação e desinteresse pela empresa, o que acaba acarretando queda de desempenho. Todos nós temos a necessidade de saber o que fizemos bem e de ser valorizados pelos nossos esforços, especialmente se eles resultaram em ganhos; é da natureza humana. Da mesma forma, precisamos saber onde e porque erramos, para não repetirmos o erro.</p>
<p>Isso vale tanto do gestor com relação ao funcionário, como o contrário; em uma empresa que tem como cultura a troca constante de feedback, também o gestor deve estar preparado para ouvir o feedback de seus subordinados, e tê-lo como parâmetro de seu desempenho como líder.</p></blockquote>
<p><strong>A solicitação de um feedback pode partir do subordinado? Até que ponto isso é benéfico ou prejudicial?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Num mundo ideal, deveria partir dos dois lados. O gestor deve entender que, para ser exemplo a ser seguido, não está acima do bem e do mal, e é passível de erros como todos nós. Quem acha que não tem mais onde melhorar já está em fim de linha; sempre há espaço para o progresso, e o feedback pode ser um poderoso aliado. Tendo como lema a frase de Santo Agostinho: “Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me adulam, porque me corrompem”, o líder deve buscar feedback e deixar espaço para críticas, encarando-as como valiosas oportunidades de aprimoramento de sua liderança.</p></blockquote>
<p><strong>Como receber esse feedback de maneira eficaz?</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> Não ficando na defensiva. Isso é muito comum, e muito fácil de se observar. Quando percebem que a crítica está a caminho, as pessoas se desconcentram do que está sendo dito, para se concentrarem em suas respostas, em suas justificativas. Mais importante do que justificar, o momento de troca que o feedback propicia deve ser visto como uma valiosa oportunidade para aprender, aprimorar, descobrir onde melhorar, e como.</p>
<p>É quase instantânea a resposta: “Mas a culpa não foi minha”. Enquanto o feedback for encarado como sentença incriminatória, a quem o recebe só resta colocar-se na posição de réu. É preciso difundir (e praticar) o conceito de que o feedback eficaz é uma troca, que deve ser focado em AÇÕES e RESULTADOS e nunca em pessoas, e que sua prática deve ser constante servindo de base a relacionamentos profissionais primados pela transparência, respeito e interesse no desenvolvimento do indivíduo, do grupo e da organização.</p></blockquote>
<h3 style="text-align: center;"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/">VEJA TAMBÉM</a></h3>
<h1 style="text-align: center;"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/"><span style="color: #800000;">WORKSHOP COMUNICAÇÃO E FEEDBACK</span></a></h1>
<p><span style="color: #800000;"><br />
</span></p>
<h2 style="text-align: center;">DIA 08 DE ABRIL, EM SÃO PAULO</h2>
<h3 style="text-align: center;">(11) 3442-3132</h3>
<h3 style="text-align: center;">cursos@lizbittarassociados.com.br</h3>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AGENDA DE CURSOS ABERTOS &#8211; DEZEMBRO 2010</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/agenda-de-cursos-abertos-junho-2010/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/agenda-de-cursos-abertos-junho-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 May 2010 00:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Workshops]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=2138</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><span style="color: #800000;"><strong><span class="highlight"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2263" title="calendario-dezembro" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/calendario-dezembro-150x150.jpg" alt="calendario-dezembro" width="150" height="150" />08 de DEZEMBRO em Alphaville e</span></strong></span></a>
<a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><span style="color: #800000;"><strong><span class="highlight"> 11 de DEZEMBRO em São Paulo

</span></strong></span></a>

<p style="text-align: center;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><strong></strong></a></p>

<h3 style="text-align: center;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><span style="color: #800000;"><strong><span class="highlight">O SHOW SOU EU!</span></strong></span></a></h3>
<p style="text-align: center;"><strong><span class="highlight">Técnicas de Apresentação pra você dar um show!</span></strong></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h3><a href="&lt;a href=&quot;http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/&quot;&gt;"><span style="color: #800000;"><strong><span class="highlight"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2263" title="calendario-dezembro" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/calendario-dezembro-150x150.jpg" alt="calendario-dezembro" width="150" height="150" />08 de DEZEMBRO em Alphaville e</span></strong></span></a></h3>
<h3><a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><span style="color: #800000;"><strong><span class="highlight"> 11 de DEZEMBRO em São Paulo</p>
<p></span></strong></span></a></h3>
<div style="text-align: center;"><a href="mailto:cursos@lizbittarassociados.com.br"><span style="font-family: Times New Roman; color: #0066cc; font-size: large;">cursos@lizbittarassociados.com.br</span></a></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><strong> </strong></a></p>
<h3 style="text-align: center;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/o-show-sou-eu/"><span style="color: #800000;"><strong><span class="highlight">O SHOW SOU EU!</span></strong></span></a></h3>
<p style="text-align: center;"><strong><span class="highlight">Técnicas de Apresentação pra você dar um show!</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span class="highlight"><br />
</span></strong></p>
</blockquote>
<h2 style="text-align: center;">O  SHOW SOU EU</h2>
<h2 style="text-align: center;">TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO PRA VOCÊ DAR UM  SHOW!</h2>
<div style="text-align: center;">
<h4>DUAS  DATAS EM DEZEMBRO</h4>
</div>
<div style="text-align: center;">
<h4>QUARTA-FEIRA,  08/12, EM ALPHAVILLE</h4>
</div>
<div style="text-align: center;">
<h4>SÁBADO, 11/12. EM  SÃO PAULO</h4>
</div>
<h3>A VIDA IMITANDO A ARTE :</h3>
<p>Pense que os  atores só se saem bem em cena depois de muito ensaio &#8211; nada é “natural” &#8211; é tudo  meticulosamente planejado, e praticado à exaustão. E há uma equipe por trás de  um bom espetáculo: iluminação, figurinos, cenário, direção de  cena.</p>
<p>O bom ator  domina técnicas de apresentação e interpretação. Você não precisa se transformar  em um ator, mas pode se beneficiar dessas mesmas técnicas para se desempenhar  com desenvoltura frente a diferentes públicos no seu ambiente profissional. É  disso que tratamos no nosso Workshop de  Técnicas de Apresentação:</p>
<h1 style="text-align: center;">“O SHOW SOU  EU!”</h1>
<h2>08/12 EM ALPHAVILLE  E</h2>
<h2>11/12 EM SÃO  PAULO</h2>
<h3>Objetivos</h3>
<div>
<div>Aparelhar  profissionais de todas as áreas para vencerem o desafio de falar em público e  realizar apresentações profissionais com segurança e  desenvoltura.</div>
<h3>Metodologia</h3>
<div>Nossa metodologia é exclusiva, desenvolvida por Liz  Bittar, que permite a assimilação das  técnicas através da prática de habilidades e auto e hetero avaliações de  performance.</div>
<h3>Filmagem</h3>
<div>Os participantes  serão filmados no início do treinamento, e ao final, para análise de desempenho  e progresso.</div>
<h3>ROTEIRO</h3>
<ul>
<li>Preparação da apresentação e  distribuição de conteúdos</li>
<li>Apresentação do Tema: Memorização  e Associação de Idéias</li>
<li>Apresentação Pessoal: Postura,  Voz, Fala, Linguagem, Oratória, Gestual</li>
<li>Domínio do Espaço e Segurança na  Apresentação</li>
</ul>
<h1 class="highlight">Datas: 08 e  11 de DEZEMBRO de 2010</h1>
<p><strong>Horário:</strong> 08:30 às  18:00hs</p>
<p><strong>Material  Disponibilizado pelo Programa: </strong>Material do Participante</p>
<p><strong>Investimento: </strong><a href="http://http//www.lizbittarassociados.com.br/component/option,com_contact/task,view/contact_id,84/Itemid,53/">Sob consulta</a></p>
<p><strong>Facilitadora:</strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/" target="_blank"> Liz  Bittar</a></p>
<p>Consultora em  Treinamento e Desenvolvimento. Autora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/27/30/">programas de treinamentos corporativos </a>presenciais e em <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/117/171/">e-learning</a> . Fluente em cinco idiomas, tendo estudado e trabalhado  nos EUA, Suíça, Inglaterra e Argentina. Autora de vários programas de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/26/133/">treinamentos customizados</a> em inglês, espanhol e português.  Facilitadora de workshops nesses idiomas. Tradutora de textos de treinamento, e  produtora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/34/37/">vídeos </a>institucionais e de treinamento. Há dez anos a cargo de  Consultoria especializada em Treinamento e Desenvolvimento Humano e  Organizacional. Currículo disponível <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">aqui.</a></p>
<h3>Observações:</h3>
<p>Nosso  curso  inclui: coffee  breaks, filmagens,  material  didático  e certificado.<br />
Almoço e  estacionamento no local, não incluídos.</p>
</div>
<div style="text-align: center;">
<h2>INFORMAÇÕES, INSCRIÇÕES E  RESERVAS</h2>
</div>
<div style="text-align: center;">
<h2>(11)  2626-1532</h2>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Formação de Profissionais de T&amp;D &#8211; 25-26 de MAIO em SP</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/formacao-de-profissionais-de-td/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/formacao-de-profissionais-de-td/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 20:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Workshops]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=1923</guid>
		<description><![CDATA[<strong><center>Como Desenvolver Treinamentos
Como Aplicar Conteúdos: Técnicas de Facilitação e Andragogia
Design de Materiais
Como Treinar Multiplicadores </strong></center><BR>
Ideal para a formação de profissionais de Treinamento e Desenvolvimento, este curso aborda todos as aspectos que envolvem um treinamento, desde o desenvolvimento do conteúdo e produção de materiais, até o treinamento de multiplicadores.

<BR>
<BR>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM T&amp;D</h1>
<h2 style="text-align: center;">Como Desenvolver Treinamentos</h2>
<h2 style="text-align: center;">Como Conduzir Grupos &#8211; Técnicas de Facilitação e Andragogia</h2>
<h2 style="text-align: center;">Como Elaborar Materiais: Design e Conteúdos</h2>
<h2 style="text-align: center;">Como Treinar Multiplicadores</h2>
<p align="justify"><strong><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/facilitating-groups.jpg"><img class="size-medium wp-image-1945 alignleft" title="facilitating-groups" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/facilitating-groups-300x225.jpg" alt="facilitating-groups" width="300" height="225" /></a>Objetivo</strong></p>
<p align="justify">Este Workshop visa formar profissionais na aquisição de competências que os permitam desenvolver programas de treinamento e treinar multiplicadores na aplicação dos mesmos.</p>
<p align="justify">Ideal para a formação de profissionais de Treinamento e Desenvolvimento, este curso <strong>aborda todos as aspectos que envolvem um treinamento, desde o desenvolvimento do conteúdo e produção de materiais, até o treinamento de multiplicadores.</strong></p>
<h3>CONTEÚDO</h3>
<h3><strong>PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE  TREINAMENTO</strong></h3>
<ul>
<li> Como fazer um Design de Treinamento</li>
<li> Como desenvolver Conteúdos</li>
<li> Como realizar a Programação de um  Treinamento</li>
<li> Definição de Carga Horária</li>
<li> Estratégia  do Treinamento e Escolha de Metodologia</li>
<li> Recursos Utilizados em  Treinamento</li>
<li> Treinamentos Técnicos</li>
<li> Treinamentos  Comportamentais</li>
</ul>
<h3><strong>DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS DE TREINAMENTO</strong></h3>
<div>
<ul>
<li>Design dos materiais dos participantes</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li> Como desenvolver o Manual do Instrutor</li>
</ul>
</div>
<h3><strong>APLICAÇÃO DE TREINAMENTOS</strong></h3>
<ul>
<li>Andragogia:  Teoria e Prática</li>
<li>Técnicas de Facilitação</li>
</ul>
<div>
<ul>
<li> Como controlar o tempo</li>
<li> Como realizar o  &#8220;Train-the-trainer&#8221;, ou seja, Treinamento do  Instrutor para a aplicação  do conteúdo</li>
<li> Controles Pós-Treinamento (Avaliações do Conteúdo  e do  Instrutor)</li>
</ul>
</div>
<h3><strong>CONTROLES  PÓS-TREINAMENTO</strong></h3>
<ul>
<li>Avaliação do Treinamento</li>
<li>Avaliação  do Instrutor</li>
<li>Ações de Follow Up</li>
</ul>
<div>
<p align="left"><strong><span style="color: #800000;">Público-Alvo</span></strong><br />
Profissionais  de todas as áreas,  que necessitem desenvolver Seminários, Workshops ou  Palestras, treinar equipes  para ministrar conteúdos ou transferir  conhecimentos para grupos de trabalho  variados.</p>
<p align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>Roteiro</strong><br />
</span>Esse  Workshop  fornece conhecimentos e metodologias sobre a aprendizagem do adulto   (andragogia), e capacita os participantes para desenvolverem,  ministrarem e  treinarem multiplicadores  em conteúdos técnicos ou  comportamentais com foco em  desenvolvimento profissional e  organizacional.</p>
<div><strong><span style="color: #800000;">Metodologia </span></strong><br />
A  metodologia exclusiva, desenvolvida por Liz  Bittar, permite uma intensa  participação dos treinandos, com exercícios  práticos ao longo das 16 horas de  treinamento.<strong></strong></div>
<div><strong><span style="color: #800000;">PRIMEIRO  DIA</span></strong></div>
<p align="justify">Serão  expostos conceitos e técnicas que contemplam todas as  etapas que  envolvem um treinamento:</p>
<ul>
<li>
<div>Planejamento</div>
</li>
<li>
<div>Estratégia</div>
</li>
<li>
<div>Definição de Programação e Carga Horária</div>
</li>
<li>
<div>Desenvolvimento de Conteúdos</div>
</li>
<li>
<div>Escolha de Recursos e Metodologias</div>
</li>
<li>
<div>Produção de Materiais</div>
</li>
<li>
<div>Andragogia  &#8211; Teoria e Prática</div>
</li>
<li>Técnicas de Facilitação</li>
</ul>
</div>
<p align="left"><strong><span style="color: #800000;">SEGUNDO DIA</span></strong></p>
<ul>
<li>
<div>Train-the-trainer (Treinamento dos  Instrutores na Aplicação dos  Conteúdos)</div>
</li>
<li>
<div>Os participantes deverão preparar material e uma breve  sessão de  facilitação para o segundo dia do Workshop, quando terão a  oportunidade de  realizar apresentações individuais, para efeito de  análise de desempenho e  aplicação das técnicas aprendidas.</div>
</li>
</ul>
<p align="left"><strong><span style="color: #800000;">Material   Disponibilizado:</span></strong> Manual do Participante</p>
<h1 class="highlight"><strong>Data:</strong> 25 e 26 de MAIO, em São Paulo</h1>
<p><strong>Horário</strong>:  8:30 às 18:00</p>
<p><strong>Local:</strong> Sob Consulta</p>
<p><strong>Investimento:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/component/option,com_contact/task,view/contact_id,116/Itemid,53/" target="_blank">Sob consulta </a></p>
<p><strong>Facilitadora:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">Liz  Bittar</a></p>
<p align="justify">Consultora em Treinamento e  Desenvolvimento. Autora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/27/30/">programas  de treinamentos corporativos </a>presenciais e em <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/117/171/">e-learning</a> . Fluente em cinco idiomas, tendo estudado e trabalhado nos EUA, Suíça,  Inglaterra e Argentina. Autora de vários programas de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/26/133/">treinamentos  customizados</a> em inglês, espanhol e português. Facilitadora de  workshops nesses idiomas. Tradutora de textos de treinamento, e  produtora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/34/37/">vídeos </a>institucionais  e de treinamento. Há dez anos a cargo de Consultoria especializada em  Treinamento e Desenvolvimento Humano e Organizacional. Currículo  disponível <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">aqui.</a></p>
<p><strong>Observações: </strong></p>
<p>Nosso  curso  inclui:  coffee breaks, filmagens,  material  didático  e certificado.<br />
Almoço  e estacionamento no local, não incluídos.</p>
<h2 style="text-align: center;">INFORMAÇÕES, RESERVAS E INSCRIÇÕES</h2>
<h2 style="text-align: center;">(11) 3442-3132</h2>
<h2 style="text-align: center;">cursos@lizbittarassociados.com.br</h2>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/formacao-de-profissionais-de-td/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No Dia das Mães, Poema Para Meu Filho</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/poema-para-meu-filho/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/poema-para-meu-filho/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 May 2010 22:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem e Reputação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=2090</guid>
		<description><![CDATA[Você escreve cartas de amor? Eu escrevo, aos montes.  Mas também recebo. Guardadas no coração, elas têm o poder de alimentar a alma por toda uma existência. Como a declaração de amor que encontrei ao despertar de uma febre alta: sob um apetitoso biscoito, o bilhete deixado na cabeceira, por meu filho de 8 anos, dizia:<em> “Achei que você poderia ter fome”.</em>

Nesse Dia das Mães decidi, com a anuência de meu filho, publicar uma delas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-large wp-image-2091" title="o-tempo-nao-para" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/o-tempo-nao-para-748x1024.jpg" alt="o-tempo-nao-para" width="404" height="553" /></p>
<p style="text-align: justify;">Você escreve cartas de amor?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu escrevo,  aos montes. Cartas, poemas, bilhetinhos. Despretensiosamente, quase uma  catarse. Mas também recebo.</p>
<p style="text-align: justify;">Guardadas no coração, elas têm o poder de  alimentar a alma por toda uma existência. Como a declaração de amor que  encontrei ao despertar de uma febre alta: sob um apetitoso biscoito, o  bilhete deixado na cabeceira, por meu filho de 8 anos, dizia: “Achei que  você poderia ter fome”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um pequeno gesto, uma pequena frase, e tudo vale a pena!</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse Dia das Mães decidi, com a anuência de meu filho, publicar uma delas. Porque hoje é o dia de todos os filhos, e é o dia das mães de todos os tipos; mães de corpo, mães de alma. Das felizes, e das nem tanto – das “outras”. É também para elas que eu escrevo.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">,,,,,,,,,,,,,,</span></p>
<h2 style="text-align: center;">Poema Para Meu Filho</h2>
<h4><strong>por Liz Bittar</strong></h4>
<p>Não planejei te amar. Quando te vi, me apaixonei. Instantaneamente –  simples assim.</p>
<p>Quando o amor entrou, como sol pela janela,<br />
Sob seus raios intensos, prostrei-me agradecida<br />
Arrebatada, rendida, em serena entrega,<br />
Por tanta força inundada, e tanta luz, enceguecida</p>
<p>E assim, abençoada,<br />
Te aceitei como dádiva<br />
De amor irrestrito,<br />
Sem fronteiras nem abismos.<br />
Fiz da benção, o compromisso,<br />
De nunca mentir pra você.</p>
<p>Como é possível te amar,<br />
E ao mesmo tempo mentir?<br />
Fingir, esconder tua história,<br />
Enganar, omitir?</p>
<p>Caminhar ao teu lado na vida,<br />
Roubando-te a identidade,<br />
Forjando-te a verdade,<br />
Traindo o que prometi?</p>
<p>Sem pudor, sem preconceito,<br />
Sem reservas e sem medo,<br />
Te revelei desde o berço<br />
O que não querias saber.<br />
Te fui fiel por respeito,<br />
E não menti pra você.</p>
<p>Não menti quando contei o teu difícil começo<br />
Do parto à UTI, e ao orfanato em seguida<br />
Aí te conheci, na chegada, aos 15 dias de vida.<br />
Lá eu, voluntária, também iniciava o meu primeiro dia.<br />
<span style="color: #ffffff;">……………….</span><em>(Não existe o  acaso na Casa do Pai)</em></p>
<p>É normal que se pergunte<br />
Que questione o abandono<br />
“Não me amou? Não me quis? De onde vim?<br />
Por que eu? O que houve? Como?”</p>
<p>Mas não menti pra você ao dizer<br />
Que não deve manter no seu peito<br />
Mágoa, raiva ou desprezo<br />
Por quem te permitiu nascer</p>
<p>Se não a conhece e não sabe<br />
Nem por que nome ela atende<br />
Eu te digo: ela te abrigou em seu ventre<br />
Seu nome é “Mãe”, simplesmente.</p>
<p>Não podemos condenar<br />
O que não sabemos direito<br />
E, mesmo por um momento<br />
Por que abrir mão do perdão<br />
Em troca do ressentimento?</p>
<p>Alivie o seu coração,<br />
Alimentando em seu peito<br />
Senão amor, gratidão<br />
Senão carinho, respeito.</p>
<p>Não menti pra você quando disse<br />
Que a Deus peço por ela<br />
E me coloco em seu lugar.<br />
Sou-lhe grata por ter sido<br />
Instrumento por Deus escolhido<br />
Pra que pudesses chegar.</p>
<p>Não menti quando te disse<br />
Que peço a Deus com fervor,<br />
Para que a ela nunca falte,<br />
Amparo e consolo na dor.</p>
<p>Que não se descuide da fé<br />
Para ser fortalecida,<br />
E por Graça, redimida,<br />
Quando o arrependimento vier.</p>
<p>E é certo que virá, podes contar<br />
Reserva-lhe, pois, tua compaixão<br />
E mesmo sem nunca a encontrar<br />
No silêncio da prece, envia o teu perdão</p>
<p>Em meu peito jamais existiu<br />
Pretensão da exclusividade egoísta<br />
Posso ser Mãe, Sebastiana, Psiu,<br />
Mãe adotiva ou postiça.</p>
<p>Denominações, que me importam?<br />
Não são o meu foco na vida.<br />
Quero sim, neste mundo<br />
Ser a tua melhor amiga.</p>
<p>Ser o que a mim couber<br />
Nas diferentes fases da vida<br />
Preparando as tuas asas<br />
E servindo-te de guarida.</p>
<p>No que a vida me reservar,<br />
Sem murmúrio ou penar<br />
Quero ser porto seguro,<br />
Pra onde possas voltar.</p>
<p>Nos teus primeiros anos de vida<br />
Pra te cuidar, defender,<br />
Afagar, proteger,<br />
Não quero ser só amiga,<br />
<span style="color: #ffffff;">………………………..</span>Quero ser  Guardiã.</p>
<p>Depois, quando for minha missão<br />
Controlar, proibir, dizer não,<br />
Na construção da tua trilha,<br />
Quero ser mais que do que amiga<br />
<span style="color: #ffffff;">………………………..</span>Quero ser  Tecelã.</p>
<p>E mais tarde, ao te assistir<br />
Desbravar a vida, voar<br />
E me couber te ouvir, consolar<br />
Parceira e fã, quero ser não só amiga,<br />
<span style="color: #ffffff;">………………………..</span>Quero ser tua  Irmã.</p>
<p>E, lado a lado, sem mentir pra você,<br />
Quero ser cúmplice e par<br />
Às vezes ombro, às vezes carga<br />
Mas sempre Porto, sempre Lar.</p>
<p>Te ver cair, levantar<br />
Entre erros e acertos rir, se apaixonar<br />
Ensinar o que sei, aprender com você<br />
Exercer o perdão, torcer, esperar, e ceder.</p>
<p>Assim, crescer com você para, um dia,<br />
No fim dessa nossa jornada,<br />
Devolver a Deus cultivada<br />
A semente que Ele me confiou.</p>
<p>E te ver árvore frondosa<br />
De amplos galhos abertos, serenos,<br />
Acolhedora, generosa<br />
Regada de vida, trabalho e desvelos</p>
<p>Sem mentir pra você, meu menino<br />
Nem agora, nem depois<br />
Sei que ao nos unir no caminho,<br />
Deus não mentiu pra nós dois</p>
<p>Quando no tempo e no espaço<br />
Deus preparou nosso encontro<br />
E os meios pelos quais se daria<br />
Apostando em nós dois, já sabia<br />
Que o amor nos guiaria.</p>
<p>E o coração de quem ama<br />
Não questiona, não indaga<br />
Não duvida, não reclama<br />
Entrega-se apenas, naufraga<br />
Deus, meu filho, não se engana.</p>
<p style="text-align: right;"><em>“O amor é sofredor, é benigno; o amor  não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não  se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita,  não suspeita mal.  Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade.  Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha.”</em><br />
<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/13">Apóstolo Paulo,  Coríntios XIII : 4 a 8</a></p>
<p style="text-align: right;">
<blockquote style="text-align: right;"><p><span style="color: #000000;"><em> <strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank">Liz Bittar</a> </strong><strong>em </strong></em><em><strong>17.10.2009</strong></em></span> <em><em><strong><strong style="color: #000000;"> </strong></strong></em><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra  &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em></em></em></em></p>
<p><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lizbittar.com.br/blog/2010/05/poema-para-meu-filho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicação e Feedback &#8211; WORKSHOP dia 8 de Abril, em São Paulo</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/03/workshop-comunicacao-e-feedback/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/03/workshop-comunicacao-e-feedback/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Workshops]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=1895</guid>
		<description><![CDATA[Liderar é, essencialmente, Comunicar. Mas a comunicação eficaz é um grande desafio para profissionais de todos os níveis em uma organização. Os estragos da má comunicação são bem conhecidos: desgaste nas relações, perda de tempo com retrabalho, mal-entendidos indesejados, agressões involuntárias, suscetibilidades afetadas, perda de motivação e stress. O Processo da Comunicação é explorado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Liderar é, essencialmente, Comunicar. Mas a comunicação eficaz é um grande desafio para profissionais de todos os níveis em uma organização.</div>
<p align="justify">Os estragos da má comunicação são bem conhecidos: desgaste nas relações, perda de tempo com retrabalho, mal-entendidos indesejados, agressões involuntárias, suscetibilidades afetadas, perda de motivação e stress.</p>
<p align="justify">O<a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/107/152/"> Processo da Comunicação</a> é explorado no curso <strong>Comunicação e Feedback</strong> com práticas de habilidades que contemplam:</p>
<div>
<ul>
<li>Barreiras para uma Comunicação Eficaz<a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/o-bebado-e-a-estatua.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-427" title="o-bebado-e-a-estatua" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/o-bebado-e-a-estatua-300x224.jpg" alt="o-bebado-e-a-estatua" width="324" height="242" /></a></li>
<li>A Arte de Ouvir</li>
<li>A Arte de Falar</li>
<li>Comunicação na Crise</li>
<li>Comunicação Não Verbal</li>
<li>Comunicação em Ambientes Virtuais</li>
<li>Crítica Construtiva</li>
<li>A arte do Feedback</li>
<li>Feedback Em Meio A Crises</li>
<li>Feedback para Pares</li>
<li>Feedback para Subordinados</li>
<li>Feedback para Superiores</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">A metodologia exclusiva, desenvolvida por Liz Bittar, propicia a aquisição e fortalecimento de Habilidades de Comunicação e Feedback através da exposição a diversas situações de trabalho, seja com clientes internos, seja com clientes externos, superiores, pares e subordinados.</p>
<p align="justify">A prática do Feedback também é intensamente explorada através da exposição e prática de técnicas, especialmente no que tange ao &#8220;feedback negativo&#8221; ou ao feedback em meio a crises.</p>
<p align="justify"><strong>Permite também uma autoanálise, para identificar pontos fortes e fracos no estilo pessoal de comunicação de cada participante, a fim de  adquirir autoconfiança e assertividade ou ainda corrigir excessos perniciosos à boa comunicação.</strong> <strong></strong></p>
<h1><strong>Data:</strong> 8 de ABRIL de 2010, em São Paulo</h1>
<div id="TixyyLink" style="border: medium none; overflow: hidden; color: #000000; background-color: transparent; text-align: left; text-decoration: none;">
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span></p>
<div id="TixyyLink" style="border: medium none; overflow: hidden; color: #000000; background-color: transparent; text-align: left; text-decoration: none;"><strong>Horário</strong>: 8:30 às 18:00</div>
<p><strong>Local:</strong> Av. Paulista, São Paulo</p>
<p><strong>Material Disponibilizado:</strong> Manual do Participante</p>
<p><strong>Investimento:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/component/option,com_contact/task,view/contact_id,116/Itemid,53/" target="_blank">Sob consulta </a><strong></strong></p>
<p><strong>Facilitadora:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">Liz Bittar</a></p>
<p align="justify">Consultora em Treinamento e Desenvolvimento. Autora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/27/30/">programas de treinamentos corporativos </a>presenciais e em <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/117/171/">e-learning</a> . Fluente em cinco idiomas, tendo estudado e trabalhado nos EUA, Suíça, Inglaterra e Argentina. Autora de vários programas de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/26/133/">treinamentos customizados</a> em inglês, espanhol e português. Facilitadora de workshops nesses idiomas. Tradutora de textos de treinamento, e produtora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/34/37/">vídeos </a>institucionais e de treinamento. Há dez anos a cargo de Consultoria especializada em Treinamento e Desenvolvimento Humano e Organizacional. Currículo disponível <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">aqui.</a></p>
<p><strong>Observações: </strong></p>
<p>Nosso  curso  inclui: coffee breaks, material  didático  e certificado.<br />
Almoço e estacionamento no local, não incluídos.</p>
<h2 style="text-align: center;">INFORMAÇÕES, RESERVAS E INSCRIÇÕES</h2>
<h2 style="text-align: center;">(11) 3442-3132</h2>
<h2 style="text-align: center;">cursos@lizbittarassociados.com.br</h2>
</div>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gestão de Conflitos</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/03/gestao-de-conflitos/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/03/gestao-de-conflitos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=2066</guid>
		<description><![CDATA[GESTÃO DE CONFLITOS COMO TRANSFORMAR DISCUSSÃO EM OPORTUNIDADE Liz Bittar falou ao Portal IG Empregos sobre Gestão de Conflitos, e como os cursos podem transformar discussão em oportunidade. Eis a íntegra da entrevista: , Esses cursos de gestão de conflitos são mais eficazes se realizados por gestores e líderes ou devem ser feitos por todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2 style="text-align: center;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2082" title="82951963" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/gestao-de-conflitos-300x225.jpg" alt="82951963" width="300" height="225" />GESTÃO DE CONFLITOS</h2>
</div>
<div>
<h2 style="text-align: center;">COMO TRANSFORMAR DISCUSSÃO EM OPORTUNIDADE</h2>
</div>
<div style="text-align: center;">Liz Bittar falou ao Portal IG Empregos sobre Gestão de Conflitos, e como os cursos podem transformar discussão em oportunidade.</div>
<div style="text-align: center;">Eis a íntegra da entrevista:</div>
<div><span style="color: #ffffff;">,</span></div>
<div><strong>Esses cursos de gestão de conflitos são mais eficazes se realizados por  gestores e líderes ou devem ser feitos por todas as pessoas da  organização?</strong></div>
<blockquote>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>É em grande parte responsabilidade do  gestor a manutenção de um clima positivo, e de um ambiente de trabalho  respeitoso e produtivo. Liderar é, essencialmente, comunicar. E muitos dos  conflitos internos, nas organizações, são decorrentes da má comunicação. Quando  o gestor direto tem a preocupação de dar e receber feedback à equipe e estar  aberto a ouvir sua equipe, a probabilidade de conflitos diminui. Portanto os  cursos são eficazes para gestores, líderes de equipes, coordenadores e  profissionais que desejem desenvolver habilidades de liderança. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pode ser aplicado para os demais funcionários, em áreas  onde há problemas de comunicação. Entretanto, nestes casos, a eficácia depende  muito da adesão das lideranças, pois não basta treinar equipes, para que  retornem a um ambiente de trabalho contaminado no qual a gestão não tenha o  compromisso de colocar em prática os conceitos aprendidos no  Workshop.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há  também momentos críticos onde conflitos podem ser  gerados, tais como mudanças, fases de intensa carga de trabalho,  trabalho sob  pressão ou mudança de liderança. Este tipo de situação gera ansiedade e  insegurança, o que é um fator desencadeador de conflitos especialmente  em  ambientes onde há falhas de comunicação (leia-se falta de  feedback).</span></div>
</blockquote>
<div style="text-align: justify;"><strong>O que a pessoa aprende exatamente? </strong></div>
<blockquote>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong>Liz Bittar:</strong></em> O curso ensina a reconhecer os sinais de  conflito, i identificar potenciais conflitos, bem como seu impacto tanto nas  pessoas, quanto na organização como um todo. Aprendem também a lidarem com  situações de discórdia e stress, aprimorando habilidades de comunicação e de  liderança.</span></div>
</blockquote>
<div style="text-align: justify;"><strong>Quais são os benefícios que o profissional sente de imediato ao  concluir um curso desses? </strong></div>
<blockquote>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong>Liz Bittar: </strong></em>Eu diria que o principal benefício é a compreensão de que muitas situações desgastantes para o  ambiente de trabalho, e para a própria imagem profissional, podem ser evitadas  através de  hábitos saudáveis de comunicação, feedback e respeito à diversidade.  O curso propicia também auto e  heteroavaliações do estilo pessoal de  comunicação de cada participante.</span></div>
</blockquote>
<div style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: center;"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/">VEJA  TAMBÉM</a></h3>
<h1 style="text-align: center;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/workshops/gestao-de-conflitos/" target="_blank"><span style="color: #800000;">WORKSHOP GESTÃO DE CONFLITOS</span></a><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/216/308/"><span style="color: #800000;"><br />
</span></a></h1>
<p><span style="color: #800000;"><br />
</span></p>
<h3 style="text-align: center;">(11) 3442-3132</h3>
<h3 style="text-align: center;">cursos@lizbittarassociados.com.br</h3>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra  &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: Retenção de Talentos</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/02/entrevista-retencao-de-talentos/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/02/entrevista-retencao-de-talentos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Liz Bittar fala à Revista Segredo do Sucesso sobre <strong>RETENÇÃO DE TALENTOS</strong>, na matéria:

Carreira e Sucesso: A imagem dos Negócios <strong>QUANDO ELES SÃO INSUBSTITUÍVEIS</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><strong>Liz Bittar fala à Revista Segredo do Sucesso sobre RETENÇÃO DE TALENTOS</strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carreira e Sucesso: A Imagem dos Negócios</strong></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><img class="size-full wp-image-134  aligncenter" title="lizbittar_retencao1" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/lizbittar_retencao1.jpg" alt="lizbittar_retencao1" width="300" height="201" /></p>
<p style="font-size: 18px; text-align: center;"><strong>QUANDO ELES SÃO INSUBSTITUÍVEIS</strong></p>
<p align="justify"><strong>1)       Desde quando o salário deixou de ser suficiente para manter um funcionário dentro de uma empresa?</strong></p>
<p align="justify"><em><strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65" target="_blank">Liz Bittar</a> &#8211; </strong></em>Embora a questão financeira seja importante, um dado consistente nas muitas pesquisas realizadas com profissionais de RH e com executivos em geral, é de que dinheiro não é o principal motivo pelo qual as pessoas decidem mudar de emprego.</p>
<p align="justify">Os profissionais hoje buscam qualidade de vida, aliada à satisfação no trabalho. Administrar vida pessoal e profissional é um dado que aparece como prioridade, em todas as pesquisas. Já no tocante à satisfação no trabalho, uma grande parte recai sobre os líderes, que têm um papel crucial na prevenção do turnover. O gestor direto é considerado pelo funcionário como o principal canal para o seu crescimento dentro da empresa e, por esse motivo, o bom relacionamento com a chefia imediata, muitas vezes tem mais importância do que a compensação financeira.</p>
<p align="justify">Desafios constantes e perspectivas de crescimento são outros fatores que geram motivação e comprometimento. Os líderes devem inspirar confiança e possuir a habilidade de comunicar as metas da organização de maneira clara, além de manter uma política de constante feedback.  A falta de feedback, aliás, é uma das principais causas de desmotivação e falta de comprometimento, pois vai nela uma mensagem implícita de que os superiores diretos não têm interesse no funcionário, a ponto de ajudá-lo a identificar e atingir metas de crescimento profissional e pessoal.</p>
<p align="justify">Por isso, diz-se que as pessoas não deixam seus empregos, mas sim os seus chefes!</p>
<p align="justify"><strong>2)       Quais são os passos que a empresa deve seguir para transformar um funcionário comum em um talento?</strong></p>
<p align="justify"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65" target="_blank"><em>Liz Bittar</em></a> &#8211; Feedback constante e orientações claras quanto às metas organizacionais e metas pessoais de desempenho. Além disso, cursos de capacitação através de workshops, programas de treinamento e programas de educação continuada.  As empresas devem dar o devido valor ao seu capital humano e intelectual, considerando a qualificação profissional como um investimento, e não uma despesa.</p>
<p align="justify">Os gestores também têm um papel crucial na identificação do potencial dos funcionários, e na criação de um ambiente de trabalho onde o funcionário se sinta inspirado e motivado a desempenhar o seu melhor.</p>
<p align="justify">Pessoas com grande potencial costumam se sentir desmotivadas depois de algum tempo na mesma função, quando a curva de aprendizado se estabiliza e os desafios diminuem. Para gerar um desenvolvimento contínuo, a função deve apresentar desafios.</p>
<p align="justify"><strong>3)       Em sua opinião, quais outros atributos são necessários a um empregado para que o empregador resolva investir nele?</strong></p>
<p align="justify"><em><strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65" target="_blank">Liz Bittar</a> &#8211; </strong></em>O empregador que “investe” no funcionário está, na verdade, investindo na própria empresa. É uma via de mão dupla, uma coisa não pode ser desvinculada da outra. O crescimento de um deve estar diretamente relacionado ao crescimento do outro.</p>
<p align="justify">O contrário não funciona: Ninguém se sente confortável em uma empresa que só pensa no seu próprio lucro sem considerar as necessidades de seus funcionários, ou trabalhando com alguém que só leva em conta os seus interesses pessoais, desconsiderando os interesses do grupo e da empresa.</p>
<p align="justify">Para ser um profissional de destaque, em qualquer área de atuação, é necessário, antes de mais nada, dedicação e real interesse. Um funcionário que se sobressai é aquele que busca resultados quantitativos e qualitativos, ou seja, o bom relacionamento no trabalho e o empenho na construção e manutenção de um ambiente de trabalho produtivo e respeitoso.</p>
<p align="justify">Mas, por outro lado, a empresa deve ter em conta que o seu sucesso é, na verdade, o resultado do trabalho de cada um de seus colaboradores. Se, por um lado, espera-se do funcionário comprometimento, dedicação e interesse, a empresa, por sua vez, deve dar o devido valor ao seu capital humano, recompensando o bom desempenho e propiciando o  crescimento e o desenvolvimento de seus colaboradores.</p>
<p align="justify"><strong>4)       Quais outros benefícios podem ser oferecidos aos funcionários talento para que esses continuem na empresa?</strong></p>
<p align="justify"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65" target="_blank"><em>Liz Bittar</em></a> &#8211; O primeiro passo é escolher as pessoas certas para cada função. Uma pessoa que goste de assumir riscos não se adapta a uma função burocrática que não apresente desafios, por exemplo.</p>
<p align="justify">Das práticas de retenção de capital humano adotadas pelas empresas, as que têm obtido maior sucesso são:</p>
<ul>
<li>A promoção de funcionários qualificados ou dos talentos promissores</li>
<li>
<div>A disponibilização de oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, através de programas variados de treinamento</div>
</li>
<li>
<div>Flexibilidade de horários</div>
</li>
<li>
<div>Possibilidades de crescimento na carreira</div>
</li>
<li>
<div>Remuneração competitiva.</div>
</li>
</ul>
<div>
<p align="justify">Isso, aliás, está de acordo com os índices apontados nos rankings das melhores empresas para trabalhar, tanto as brasileiras quanto as estrangeiras. Esses índices indicam que os profissionais mais talentosos optam por empresas que assegurem:</p>
<ul>
<li>Desafios constantes</li>
<li>Crescente responsabilidade aos gestores e</li>
<li>Ampliação de suas experiências.</li>
</ul>
</div>
<p><strong>5)     Quais são os prós em investir em um funcionário? O que o empregador perde com isso?</strong></p>
<p align="justify"><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65" target="_blank"><em>Liz Bittar</em></a> &#8211; Empresas são feitas por pessoas. A empresa que valoriza seus talentos está trabalhando em causa própria. O empregador só tem a perder quando não valoriza, recompensa e desenvolve o seu capital humano.</p>
<p align="justify">A gestão do capital humano é estratégica e é um diferencial competitivo. Perder talentos custa caro! E os custos de reposição são altos: não me refiro ao processo de recrutamento, seleção, entrevistas, mas à perda de produtividade com a saída de um talento-chave de uma organização. Some-se a isso o impacto junto aos clientes internos e externos, e a baixa produtividade até o novo funcionário atingir autonomia na função, para citar apenas alguns exemplos. Ainda temos que considerar a gestão do conhecimento das empresas, a coesão cultural, sua identidade institucional, tudo isso é afetado quando o turnover é alto.</p>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Combinado 2 em 1: FORMAÇÃO DE FACILITADORES + TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO 02 E 03 DE MARÇO EM SP</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/01/combinado-dois-em-um-formacao-de-facilitadores-tecnicas-de-apresentacao/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/01/combinado-dois-em-um-formacao-de-facilitadores-tecnicas-de-apresentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Workshops]]></category>
		<category><![CDATA[andragogia]]></category>
		<category><![CDATA[curso para multiplicadores]]></category>
		<category><![CDATA[ensinar a adultos]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[formação de facilitadores]]></category>
		<category><![CDATA[formação de instrutores de treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades de um facilitador]]></category>
		<category><![CDATA[realizar apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de apresentação e feedback]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=1785</guid>
		<description><![CDATA[Falar em público, ensinar adultos, comandar uma turma, controlar o tempo, vencer o medo, a timidez e a insegurança, preparar apresentações eficazes e profissionais, lidar com pessoas/perguntas difíceis e situações inesperadas, melhorar postura, tom de voz, oratória, linguagem, habilidades de comunicação e feedback, fazer apresentações, preparar e ministrar Workshops e treinar multiplicadores... tudo isso no 2 em 1!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/formacao-facilitadores.jpg"><img class="size-medium wp-image-1790 alignleft" title="formacao-facilitadores" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/formacao-facilitadores-300x225.jpg" alt="formacao-facilitadores" width="300" height="225" /></a></p>
<p align="justify"><strong>Objetivo</strong><br />
Este Workshop visa formar profissionais na aquisição de competências que os permitam atuar como facilitadores de programas de desenvolvimento variados. Pode ser feito em um dia (8 horas) ou então em dois dias (16 horas).</p>
<p align="justify">Ideal para a formação de multiplicadores internos, este curso ensina <strong>técnicas de facilitação, apresentação, comunicação e feedback, e é permeado pela prática de habilidades em cada uma dessas competências.</strong></p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<div>O treinamento pode ser feito em um ou dois dias. No primeiro dia de treinamento, os conceitos e técnicas serão expostos e praticados. No segundo dia, serão feitas apresentações individuais,  e os participantes terão a oportunidade de debater e analisar e seus desempenhos.</div>
<p align="justify"><strong>Público-Alvo</strong><br />
Profissionais de todas as áreas, que necessitem ministrar seminários, workshops, realizar palestras ou transferir conhecimentos para grupos de trabalho variados.</p>
<p align="justify"><strong>Roteiro</strong><br />
Esse Workshop fornece conhecimentos e metodologias sobre a aprendizagem do adulto (andragogia), e capacita os participantes com técnicas de apresentação e habilidades de comunicação, com foco na condução de grupos de treinamento. Trata-se de um &#8220;combinado&#8221; dos dois treinamentos, adaptado especialmente para esta Edição.</p>
<p align="justify">Nossa metodologia exclusiva, desenvolvida por Liz Bittar, possibilita a análise e aperfeiçoamento das posturas e atitudes em apresentações e atividades de facilitação de grupos em treinamento, por meio de dramatizações e sessões de feedback sobre atuação.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><strong>PRIMEIRO DIA</strong></p>
<p align="justify">Serão expostos conceitos e técnicas que contemplam todas as etapas que envolvem um treinamento, e detalha as ações que devem ser tomadas:</p>
<p><strong>Antes do Treinamento </strong>(Planejamento, Estratégia, Desenvolvimento de Conteúdos, com base na Andragogia)<br />
<strong>Durante o Treinamento </strong><br />
<strong>Após o Treinamento</strong></p>
<p><strong><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/presentation_skills.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1823" title="presentation_skills" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/presentation_skills.jpg" alt="presentation_skills" width="137" height="188" /></a></strong>Serão também expostas técnicas de comunicação e apresentação, postura, oratória, apresentação pessoal e apresentação do tema, linguagem, além do planejamento, escolha da estratégia, formatação e execução de apresentações, com base na Andragogia.</p>
<p><strong>SEGUNDO DIA</strong></p>
<p align="justify">Reforço das técnicas e &#8220;teach-back&#8221;: Os participantes deverão preparar uma breve sessão de facilitação para o segundo dia do Workshop, quando terão a oportunidade de realizar apresentações individuais, que serão filmadas para efeito de análise de desempenho e aplicação das técnicas aprendidas.</p>
<p align="justify"><strong>Material Disponibilizado: </strong>Manual do Participante</p>
<p><strong>Horário</strong>: 8:30 às 18:00</p>
<p><strong>Local:</strong> Av. Paulista, próximo ao metrô Consolação<a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/component/option,com_contact/task,view/contact_id,116/Itemid,53/" target="_blank"></a></p>
<p><strong>Investimento:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/component/option,com_contact/task,view/contact_id,116/Itemid,53/" target="_blank">Sob consulta  (Veja as condições especiais para o &#8220;combinado&#8221;)</a></p>
<p><strong>Facilitadora:</strong> <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">Liz Bittar</a></p>
<p align="justify">Consultora em Treinamento e Desenvolvimento. Autora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/27/30/">programas de treinamentos corporativos </a>presenciais e em <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/117/171/">e-learning</a> . Fluente em cinco idiomas, tendo estudado e trabalhado nos EUA, Suíça, Inglaterra e Argentina. Autora de vários programas de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/26/133/">treinamentos customizados</a> em inglês, espanhol e português. Facilitadora de workshops nesses idiomas. Tradutora de textos de treinamento, e produtora de <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/34/37/">vídeos </a>institucionais e de treinamento. Há dez anos a cargo de Consultoria especializada em Treinamento e Desenvolvimento Humano e Organizacional. Currículo disponível <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/content/view/38/65/">aqui.</a></p>
<p><strong>Observações: </strong></p>
<p>Nosso  curso  inclui: coffee breaks, filmagens,  material  didático  e certificado.<br />
Almoço e estacionamento no local, não incluídos.</p>
<h2 style="font-size: 16px; color: #000000; text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>DATA: 02 e 03 de MARÇO de 2010</strong></span></h2>
<h2 style="font-size: 16px; color: #000000; text-align: center;"><strong>INFORMAÇÕES, RESERVAS E INSCRIÇÕES</strong></h2>
<h2 style="text-align: center;"><strong>(11) 3442-3132<br />
</strong></h2>
<p class="MsoNormal" style="font-size: 16px; margin-bottom: 0pt; color: #000000; line-height: normal; text-align: center;" align="center"><strong><a> </a><a href="mailto:cursos@lizbittarassociados.com.br">cursos@lizbittarassociados.com.br</a><br />
<span style="display: none;">Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email&lt;!– document.write( ” ); //–&gt; </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: center;" align="center"><em> * Informe-se sobre descontos e parcelamentos para grupos.</em></p>
<p style="color: #ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SÉRIE: TRABALHO VIRTUAL &#8211; As Secretárias Virtuais</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2010/01/trabalho-virtual/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2010/01/trabalho-virtual/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 19:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Liz em Português]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Virtual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lizbittar.com.br/blog/?p=596</guid>
		<description><![CDATA[Saiba como surgiram as SECRETÁRIAS VIRTUAIS - o que fazem, como trabalham, os serviços que prestam.
Este artigo é o primeiro de uma série, que fala do TRABALHO VIRTUAL]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/virtual-website-assistant.jpg"><img class="size-medium wp-image-601 alignleft" title="World connection in blue" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/virtual-website-assistant-300x248.jpg" alt="World connection in blue" width="268" height="221" /></a></p>
<p><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhei em regime de Home Office por muito tempo. Foi a solução ideal para mim, que era mãe de primeira viagem, e não tinha coragem de sair para trabalhar e deixar meu filho aos cuidados de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Tive que aprender a trabalhar de forma muito organizada e a obedecer horários, para não misturar as prioridades da casa, com as prioridades do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Demorei um pouco para me adaptar a esta nova forma de trabalhar. Quando você trabalha em um escritório, pode contar com colegas de trabalho, num processo constante de troca que é inspirador em alguns casos, e desafiador em outros. A presença de pessoas amigas e com interesses em comum ajuda a manter o foco e a motivação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem os amigos, em um Home Office no cômodo mais silencioso da casa, a gente aprende rápido que, também em ambientes virtuais, é preciso desenvolver uma rede de relacionamentos, para estar em contato com outros profissionais, fornecedores, e especialmente clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores desafios de quem trabalha sozinho é aprender a combater o tédio, a solidão, a desmotivação, e muitas vezes o sentimento de impotência, quando não há ninguém ao lado para ajudar a solucionar um problema ou entender uma questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas essas dificuldades serviram de alavanca para o meu crescimento profissional. Até aí, nada de excepcional: desenvolver a autosuficiência é uma conseqüência natural de quem trabalha sozinho, e tem que forçosamente, aprender a “se virar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, eu nunca quis ser pau pra toda obra, nem “one-woman-show”. Eu queria mesmo é ter um montão de gente me ajudando, tirando dos meus ombros o peso extra das muitas tarefas que não eram o foco principal do meu negócio, mas que precisavam ser feitas, do mesmo jeito. Meu sonho era encontrar prestadores de serviço que me permitiriam dar um upgrade, deixar de ser <em>one-woman-show</em> para fazer parte de uma <em>Big Band!</em></p>
<h3 style="text-align: justify;">“Seus Problemas Acabaram”</h3>
<p style="text-align: justify;">A promessa dos comerciais de TV era só pra eletrodomésticos importados. Se me oferecessem um faz-tudo para o escritório, eu obedeceria ao comando “ligue já” sem pestanejar.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu sonho de consumo passava longe da escada com 8 posições.  A solução dos meus problemas estava em encontrar um escritório virtual eficiente e confiável; serviços de secretariado, atendimento, assessoria, recados, confecção de documentos, etc etc e etc&#8230; virtuais! Sem custos com contratação, férias, benefícios, 13°, vale transporte, vale refeição, aluguel, equipamentos, e um montão de impostos.</p>
<p style="text-align: justify;">De início, não procurei pelo pacote completo. Iniciei, modestamente, procurando por um serviço de “atendimento telefônico virtual personalizado”. É que quando eu trabalhava sozinha, fui, por muito tempo, refém do telefone. Não tinha quem fizesse o meu atendimento, e deixar cliente falando com secretária eletrônica, nem pensar!</p>
<p style="text-align: justify;">Contratei, então, serviços de atendimento virtual, e me empolguei muito com a idéia, até passar por duas experiências desastrosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os serviços de atendimento virtual que eu contratei demonstraram ser muito pouco confiáveis.  Voltei à estaca zero, mas desta vez, inconformada.  E isso foi talvez a chacoalhada que faltava, pra eu decidir reunir os muitos profissionais a quem tenho recorrido,  nos meus muitos anos de trabalho em home office, para viabilizar os meus projetos na <strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br" target="_blank">Consultoria</a>;</strong> secretárias, assistentes, tradutores, web designers,  que têm atuado como suporte confiável para para a produção de materiais gráficos e online, editoração, tratamento de imagens, legendagem de vídeos,  e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/virtual-assistant.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-599" title="42-16879945" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/virtual-assistant-300x210.jpg" alt="42-16879945" width="300" height="210" /></a>E assim, a <em>Big Band</em> dos meus sonhos foi formada. Mas, como eu não estou com essa bola toda, a Big Band não é nem de longe exclusiva, e nem trabalha no mesmo espaço físico. Eu só tive a brilhante idéia de juntar a galera, transformando a Big Band nas <strong><a href="http://www.secretariasvirtuais.com.br" target="_blank">Secretárias Virtuais</a></strong>. E as Secretárias fazem de tudo um pouco: atendimento telefônico profissional em três idiomas, produção de textos, traduções e versões, editoração gráfica, confecção e manutenção de sites e blogs, levantamento e atualização de cadastro de clientes, pesquisas variadas, enfim, todas as tarefas de um secretariado eficaz, rápido e moderno.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.secretariasvirtuais.com.br" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta é prestar serviços virtuais e ajudar profissionais liberais, empreendedores, microempresários, profissionais de várias áreas que sofrem a triste constatação de que não dá pra fazer tudo sozinho. O dia tem mesmo, só 24 horas, e cada um de nós tem apenas duas mãos, e não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">As <strong><a href="http://www.secretariasvirtuais.com.br" target="_blank">Secretárias Virtuais</a></strong> estão em início de operação, mas essa moçada está na estrada faz tempo. São secretárias e tradutores nativos experientes, prontos para resolver seu problema no mesmo dia, pelo serviço SUPER EXPRESSO, e prestar um atendimento personalizado de primeira linha.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu continuo com a minha <strong><a href="http://www.lizbittarassociados.com.br" target="_blank">Consultoria</a></strong>, com grande parte dos serviços por conta da Banda. Meu prêmio de consolação é a posição de Maestrina, atividade que exerço sempre e quando a Consultoria me permite, entre um treinamento e outro. Portanto, não se espante se ligar pro atendimento das <strong><a href="http://www.secretariasvirtuais.com.br" target="_blank">Secretárias Virtuais</a> (11 – 2626-1532) </strong>e eu atender.</p>
<p style="text-align: left;">Então, liga lá, quem sabe eu te atenda&#8230;</p>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> por <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=38&amp;Itemid=65" target="_blank"><strong style="color: #000000;">Liz Bittar</strong></a><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em><em><em><em><br />
</em></em></em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Buscando a Cristo</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2009/12/buscando-a-cristo/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2009/12/buscando-a-cristo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 01:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Aleijadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Buscando a Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Gregório de Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[poemas sacros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-1723" title="lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passodacoroacaodeespinhos" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passodacoroacaodeespinhos-214x300.jpg" alt="lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passodacoroacaodeespinhos" width="160" height="222" /><p style="text-align: justify;">Eu sempre me lembro dele, na época de Natal. Contestador, polêmico, inquieto. Pagava pra entrar numa boa briga - êta cabra arretado!</p>
<p style="text-align: justify;">Como costumam dizer, ele não nasceu: estreou. Irreverente, satírico, boêmio, subversivo, inconformado. Queria mudar o mundo - e com a língua afiada que tinha, fez um barulhinho bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Viveu à frente de seu tempo, e sua crítica mordaz concentrava-se na hipocrosia dos costumes de então, não poupando a classe política e, especialmente, o Clero.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não foi compreendido.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu sempre me lembro dele, na época de Natal. Contestador, polêmico, inquieto. Pagava pra entrar numa boa briga &#8211; êta cabra arretado!</p>
<p style="text-align: justify;">Como costumam dizer, ele não nasceu: estreou. Irreverente, satírico, boêmio, subversivo, inconformado. Queria mudar o mundo &#8211; e com a língua afiada que tinha, fez um barulhinho bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Viveu à frente de seu tempo, e sua crítica mordaz concentrava-se na hipocrosia dos costumes de então, não poupando a classe <a href="http://www.revista.agulha.nom.br/grego22.html" target="_blank">política</a> e, especialmente, o Clero.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não foi compreendido.</p>
<p style="text-align: justify;">Refiro-me a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gregório_de_Matos" target="_blank">Gregório de Matos</a>, cuja sátira ferina lhe rendeu a alcunha de &#8220;Boca do Inferno&#8221; &#8211; mas hoje é considerado o maior poeta barroco da língua portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Enganam-se os que o acusam de profano. Satirizava a Igreja, a quem não poupou críticas nem mesmo no leito de morte, quando, ao lado de dois padres, disse morrer como Jesus Cristo, entre dois ladrões.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, também, às portas da morte, escreve &#8220;<a href="http://pt.wikisource.org/wiki/Meu_Deus,_que_estais_pendente_em_um_madeiro" target="_blank">Meu Deus, que estais pendente em um madeiro</a>&#8220;. Sua fé também é expressada em outros belíssimos poemas sacros como &#8220;<a href="http://pt.wikisource.org/wiki/Ofendi-vos,_Meu_Deus,_bem_%C3%A9_verdade" target="_blank">A Nosso Senhor Jesus Cristo com Atos de Arrependido e Suspiros de Amor</a>&#8221; e <a href="http://pt.wikisource.org/wiki/Pequei,_Senhor,_mas_n%C3%A3o_porque_hei_pecado" target="_blank">&#8220;Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado&#8221;</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-1740" title="lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passo_coroacaodeespinhos" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passo_coroacaodeespinhos-225x300.jpg" alt="lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passo_coroacaodeespinhos" width="243" height="325" />Nesta época de Natal,  meu poema favorito da obra de Gregório de Matos, &#8220;<strong>Buscando a Cristo&#8221;</strong>, me traz sintonia e proximidade com o que representa o Natal. Muito além das festas, da comilança, da troca de presentes, este poema me traz de volta ao motivo da celebração: o Aniversariante. Como viveu, porque viveu, como morreu, porque morreu, e o seu Legado.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ter sido escrito por um poeta de vida devassa, crítico severo da religião reinante, também me lembra que Cristo não esteve entre nós para servir a uma ou outra religião. <strong>Ele veio para todos.</strong> A comunhão com Ele começa no coração; a fé pode ser expressa em rituais, ou em reclusas orações. Mas o verdadeiro cristão se reconhece pelas obras. E analisando nossas obras, individualmente, podemos avaliar se estamos ou não nos distanciando d&#8217;Ele, e de tudo o que Ele veio nos ensinar.</p>
<p style="text-align: justify;">Lhes ofereço, então, este lindo soneto de Gregório de Matos, não apenas como um momento de extrema beleza, mas propondo, também, uma reflexão.</p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>BUSCANDO A CRISTO</strong></h3>
<p style="line-height: 150%; margin-left: 100px; padding-left: 30px;"><em>À vós correndo vou, braços sagrados,<br />
Nessa cruz sacrossanta descobertos<br />
Que, para receber-me, estais abertos,<br />
E, por não castigar-me, estais cravados.</em></p>
<p style="line-height: 150%; margin-left: 100px; padding-left: 30px;"><em>A vós, divinos olhos, eclipsados<br />
De tanto sangue e lágrimas abertos,<br />
Pois, para perdoar-me, estais despertos,<br />
E, por não condenar-me, estais fechados.</em></p>
<p style="line-height: 150%; margin-left: 100px; padding-left: 30px;"><em>A vós, pregados pés, por não deixar-me,<br />
A vós, sangue vertido, para ungir-me,<br />
A vós, cabeça baixa, p&#8217;ra chamar-me</em></p>
<p style="line-height: 150%; margin-left: 100px; padding-left: 30px;"><em>A vós, lado patente, quero unir-me,<br />
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,<br />
Para ficar unido, atado e firme.</em></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: right;"><em><strong>Gregório de Matos</strong><br />
1633 – 1696 </em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1724" title="lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passodohorto" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passodohorto-240x300.jpg" alt="lizbittarmagazine_aleijadinho_cristo_passodohorto" width="205" height="257" /></p>
<p><BR><br />
<BR>
<p style="text-align: justify;">As ilustrações são de outro artista barroco, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aleijadinho" target="_blank">Aleijadinho</a> (1730-1814), da série <a href="http://www.starnews2001.com.br/santuario.html" target="_blank">Passos,</a> composta por 66 estátuas em madeira, entre 1796 e 1799. A série representa sete episódios, distribuídos em seis capelas consagradas respectivamente à Ceia, ao Monte das Oliveiras, à prisão, à flagelação e à coroação de espinhos, à Cristo carregando a cruz e à crucificação.</p>
<p><BR><br />
<BR><br />
<BR></p>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong><strong>em 18 de Dezembro de 2009</strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em></p></blockquote>
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		<title>Nas BOCAS DE FOGÃO, a Língua da Sogra e o palavrão do Lula</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2009/12/video-bocas-de-fogao/</link>
		<comments>http://lizbittar.com.br/blog/2009/12/video-bocas-de-fogao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 20:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo ter comentado com vocês que lancei, recentemente, o blog BOCAS DE FOGÃO. Mas as bocas do nosso fogão não falam só sobre comida: falamos de variedades, atualidades, carreira, política, humor&#8230; ah, e tem receitas, também. O endereço é http://lizbittar.com.br/bocasdefogao. Esta semana, a Língua da Sogra fala do palavrão do Lula, e recomenda uma estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo ter comentado com vocês que lancei, recentemente, o blog <a href="http://lizbittar.com.br/bocasdefogao">BOCAS DE FOGÃO</a>. Mas as bocas do nosso fogão não falam só sobre comida: falamos de variedades, atualidades, carreira, política, humor&#8230; ah, e tem receitas, também.</p>
<p>O endereço é<a href=" http://lizbittar.com.br/bocasdefogao."> http://lizbittar.com.br/bocasdefogao.</a></p>
<p>Esta semana, a Língua da Sogra fala do palavrão do Lula, e recomenda uma estratégia para 2010&#8230;</p>
<p><center><a href="http://lizbittar.com.br/bocasdefogao/lingua-de-sogra/"><img src="http://lizbittar.com.br/bocasdefogao/wp-content/themes/bentored/images/lingua_de_sogra.jpg"/></a></p>
<p><strong>Clique para acessar a página do vídeo</strong></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Caiu na Rede… Quem é o Peixe?</title>
		<link>http://lizbittar.com.br/blog/2009/11/caiu-na-rede-quem-e-o-peixe/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lizbittar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Liz em Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1988 Cazuza cantava o Blues da Piedade no Canecão. Escolhi esta música como trilha sonora deste post, porque os tópicos que me levaram a escrevê-lo, tratam – à primeira vista – de intolerância religiosa e racial. Mas só à primeira vista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/bOoE0THSkTY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bOoE0THSkTY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/bOoE0THSkTY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.youtube.com/v/bOoE0THSkTY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;border=1"></embed></object></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p><strong><em>“Vamos pedir piedade, Senhor, piedade</em><br />
<em>Pra essa gente careta e covarde</em></strong><br />
<strong><em>Vamos pedir piedade, Senhor, piedade</em></strong><br />
<strong><em>Lhes dê grandeza e um pouco de coragem.”</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Em 1988 Cazuza cantava o Blues da Piedade no Canecão. Escolhi esta música como trilha sonora deste post, porque os tópicos que me levaram a escrevê-lo, tratam – à primeira vista – de intolerância religiosa e racial. Mas só à primeira vista.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/prayforobabma.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1609" title="prayforobabma" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/prayforobabma-150x150.jpg" alt="prayforobabma" width="150" height="150" /></a></span><span style="color: #000000;">Nas últimas duas semanas, dois assuntos atingiram a liderança nas buscas do Google, em número de Tweets, além de inúmeros <a href="http://digg.com/" target="_blank">Diggs</a>, posts e comentários, principalmente nos Estados Unidos: O primeiro, foi a campanha </span><em>Pray for Obama</em> (Reze por Obama) estampada em adesivos, camisetas, bichinhos de pelúcia, canecas e bottoms em todo o país, e à venda em lojas virtuais como CafePress.com e Zazzle.com</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O slogan deu o que falar em websites, blogues e redes sociais. &#8220;Reze por Obama&#8221; é a chamada. O subtítulo é “<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/109" target="_blank">Salmo 109:8</a>”</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Este verso, diz: <em>&#8220;Sejam poucos os seus dias, e outro tome o seu ofício.”</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O verso seguinte, 109:9, diz: <em>“Sejam órfãos os seus filhos, e viúva sua mulher”.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A notícia inicial era de que a campanha partira de cristãos fundamentalistas, pregando morte a Obama. Eu mesma fiquei impressionada, e pesquisei em sites e blogs no Brasil e nos EUA para apurar a história. Aqui, quase nada foi publicado. Já nos EUA a repercussão foi grande. Desde declarações absurdas que não merecem sequer menção, até aqueles que acharam que se tratava de uma brincadeira, o barulho foi tanto – felizmente, a maioria contra – que as lojas virtuais suspenderam a venda dos produtos. Não se sabe a origem da campanha, mas é óbvio que versículos e citações bíblicas, utilizados completamente fora de contexto, podem dar margem a interpretações absurdas, e debates como este podem gerar conflitos religiosos de magnitude desproporcional.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Ainda assim, uma ação isolada como esta campanha, resulta mais em repulsa do que em adesão. Numa América orgulhosa de ter dado um passo à frente com a eleição do primeiro presidente negro, parece não haver espaço para o embate racial. Mas passados os meses iniciais de encantamento com o novo presidente, os Estados Unidos ainda sofrem com o desemprego, a recessão econômica, além de medidas polêmicas como a reforma no sistema de saúde, por exemplo. A popularidade de Obama vem caindo, ao mesmo tempo que a questão da etnia volta a ser explorada, especialmente por meio das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADdias_sociais" target="_blank">mídias sociais,</a> território livre de censura e isento de qualquer tipo de “filtro”, como é a imprensa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A liberdade de expressão passa, então, a servir a dois senhores, a exemplo da imagem abaixo, publicada no blog “Hot Girls” (hot quem?!)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/michelle-obama-google-image-search.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1608" title="michelle-obama-google-image-search" src="http://lizbittar.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/michelle-obama-google-image-search-300x183.jpg" alt="michelle-obama-google-image-search" width="300" height="183" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A forma ultrajante e desrespeitosa como Michelle Obama é retratada não tardou em alcançar a liderança na busca por suas imagens no Google. Mas o Google recusou-se a retira-la dos resultados da busca, e limitou-se a colocar o aviso “Resultados de Busca Podem ser Ofensivos”. Emitiu um comunicado, explicando que <em>«A posição de um site na classificação de resultados do Google depende fundamentalmente de algoritmos de busca, que usam milhares de fatores para calcular a relevância de uma página em relação a uma demanda particular», </em>explicando ainda que sua maior prioridade é a<em> «integridade dos resultados de busca», </em>e por isso descarta<em> «eliminar páginas dos resultados simplesmente porque o conteúdo seja impopular ou porque receba queixas». </em></p>
<p style="text-align: justify;">Aparentemente, a imagem foi retirada pelo próprio blog, e o Google acabou emitindo nota desculpando-se com a primeira dama americana – depois, claro, de muito barulho.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A Casa Banca não comentou o ocorrido, e os comentários são mesmo desnecessários. Mas uma reflexão é bastante oportuna : esses “barulhos virtuais” causam tamanha repercussão na rede, que podem dar a falsa impressão de se tratarem de uma “tendência”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A análise é superficial e muito simples: <em>“É disso que o povo está falando”</em>. Mas o número de tweets não indica necessariamente o pensamento ou sentimento das pessoas; os tweets costumam ser reenviados quase que de forma automática, sem muito critério ou convicção. Twiteiros não defendem causas, apenas retransmitem a informação do momento, o que parece ser o tópico do dia. O formato do Twitter é um campo fértil para a disseminação desse tipo de conteúdo: Oferece público mais do que suficiente para fazer muito barulho, com a vantagem do limite de 140 caracteres, que não permite muitas explicações. Juntando a fome com a vontade de comer, os articuladores da rede sabem muito bem como acender o pavio, e deixar que a própria rede faça o resto do trabalho.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">E não é fácil resistir à tentação de aderir ao barulho, e sentir-se parte integrante do que está “acontecendo no mundo”. Especialmente no caso do <a href="http://twitter.com/lizbittar" target="_blank">Twitter</a>,  que tem como característica principal a rapidez e a facilidade de acesso e veiculação de notícias. É tudo muito ágil e instantâneo; ao toque de uma única tecla (o Retweet ) informações se propagam a centenas de milhares de usuários em escala global. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Converg%C3%AAncia_digital" target="_blank">convergência digital,</a> neste caso em particular, só piora o problema: qual twiteiro, no ônibus a caminho do trabalho, via celular, vai se preocupar em checar fontes ou veracidade de notícias antes de decidir retransmitir um tweet que se resume a uma chamada que, quanto mais bombástica e impactante, mais chances  tem de atingir a lista dos dez mais?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Se não é possível deter ou mesmo controlar a propagação frenética de informações na rede, é possível, pelo menos, diminuir o barulho. Foi o que fez o <a href="http://www.facebook.com/lizbittar" target="_blank">Facebook</a>, ao tomar conhecimento de uma enquete lançada no site em Setembro, perguntando se Obama deveria ser assassinado. Mais de 730 pessoas responderam antes que o Facebook retirasse a enquete do ar. Não foram divulgados nem os resultados, nem o nome do autor da enquete. Barulho devidamente contido, ninguém saiu ferido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Sou uma entusiasta da internet e das mídias sociais, e defendo inclusive a <a href="http://lizbittar.com.br/blog/liz-em-portugues/uso-mediocre-da-internet-nas-escolas/" target="_blank">adoção dessas ferramentas pelas escolas e universidades</a>, para a propagação de conteúdos de qualidade e a formação de nossos jovens em competências essenciais, tais como autodesenvolvimento, gestão do conhecimento e empreendedorismo, apenas para citar algumas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A possibilidade de criação de conteúdos e troca de informações entre usuários em todo o mundo, em tempo real é, sem dúvida, um poderoso instrumento para o aprimoramento intelectual e profissional de qualquer usuário. Mas, como vimos, estas ferramentas apresentam armadilhas imperceptíveis para os usuários mais desatentos. Com a informação se propagando em centenas de milhares de tweets e blogues, cabe ao próprio usuário o discernimento de filtrar a informação, antes de simplesmente repassar notícias seguindo “tendências” ou demonstrando estar “antenado” com o mundo virtual.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Não é novidade que empresas vasculham os perfis virtuais dos candidatos a emprego. Mas redes sociais como o <a href="http://br.linkedin.com/in/lizbittar" target="_blank">LinkedIn</a>, o Facebook ou até mesmo o <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&amp;uid=8787172148442354819" target="_blank">Orkut</a> não são tão boas fontes quanto o Twitter. Isto porque o perfil dos profissionais no LinkedIn é cuidadosamente preparado. No Facebook, há a possibilidade de restringir o acesso ao perfil do usuário, e mesmo no Orkut, onde os usuários estão mais expostos, há sempre a possibilidade de refletir e construir um texto ou um comentário antes de postar em qualquer comunidade, basta querer (são poucos os que se preocupam com isso, infelizmente). Mas, no Twitter, as pessoas agem por impulso,  revelando de maneira mais transparente seus reais interesses. Os tópicos  em alta no Twitter são, por sua vez, replicados em outras centenas de milhares de posts e comentários na <span style="color: #000000;">blogosfera.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A utilização das ferramentas do mundo virtual requer, portanto, uma boa dose de discernimento, o cuidado de triar as informações, tomando o tempo de buscar fontes confiáveis que as confirmem. Os blogues, aliás, não podem ser considerados fontes confiáveis, uma vez que expressam a opinião pessoal de seus autores. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há, também, blogueiros e twiteiros  que se dedicam a criar ou direcionar os “barulhos” da rede. Não se tratam apenas dos marketeiros da era digital.  Muitos estão a serviço da chamada “censura 2.0”, que é a aplicação do velho ditado “se você não pode com o inimigo, junte-se a ele”. Já que é impossível deter as informações ou mesmo o acesso ao mundo virtual, o melhor a fazer é servir-se das redes sociais para fazer barulho, desviar o foco e plantar notícias. Manipulação digital das massas, ou infiltração cibernética, como queira. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta é, pelo menos, a teoria do russo <a href="http://www.ted.com/speakers/evgeny_morozov.html" target="_blank">Evgeny Morozov</a>, que fala sobre isso no seu <a href="http://neteffect.foreignpolicy.com/" target="_blank">blog</a> e também na apresentação abaixo ”Como as Ditaduras se Beneficiam da Internet”. Vale a pena assistir. Legendas em inglês estão disponíveis clicando em &#8220;View Subtitles&#8221;.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes, porém, um lembrete: quem quer que esteja utilizando as mídias sociais para procurar emprego ou clientes, e fazer um network profissional, deve atentar para seu comportamento na rede; o que dissemina, e como. Já, quem defende causas (nada contra), deve se dar ao trabalho de, pelo menos, averiguar sua procedência. O mesmo vale para a disseminação de emails com informações falsas a respeito de isenção de impostos, cancelamento de multas, e tantas outras besteiras que existem por aí.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não é de hoje que circulam na internet informações falsas, sobre todo e qualquer assunto, com os mais diversos propósitos. Mas, ao repassar impensadamente um email a todos os seus contatos, com informação falsa, servindo de instrumento para a propagação de absurdos que caem na rede, me diga: quem é o peixe?<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: red;" lang="EN-US"><br />
</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/EvgenyMorozov_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EvgenyMorozov-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=641&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=evgeny_morozov_is_the_internet_what_orwell_feared;year=2009;theme=technology_history_and_destiny;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=unconventional_explanations;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/EvgenyMorozov_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EvgenyMorozov-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=641&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=evgeny_morozov_is_the_internet_what_orwell_feared;year=2009;theme=technology_history_and_destiny;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=unconventional_explanations;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowfullscreen="true" data="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></embed></object></p>
<blockquote style="text-align: right;"><p><em> <span style="color: #000000;"><strong>por  <a href="http://www.lizbittarassociados.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Liz Bittar</span></a> </strong><strong>em 27.11.2009</strong></span><strong style="color: #000000;"> </strong><br />
Conteúdo liberado, desde que mencionadas <strong>a autora e a fonte </strong>(www.lizbittar.com.br/blog)<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Publique os textos na íntegra &#8211; Respeite os direitos autorais!</strong></span></em></p></blockquote>
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